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terça-feira, 30 de julho de 2013

Cruzeiro MASSACRA time de Vespasiano: 4x1

Cruzeiro 4 x 1 Atlet. MG - Mineirão - 9ª Rodada - Camp. Brasileiro de 2013

Caiu no Mineirão
Vai pro caixão. Desde 2007 já se tivemos 17 clássicos (ex-clássicos) no Mineirão. Destes foram IMPRESSIONANTES 14 vitórias do CRUZEIRO, uma derrota (onde o juiz deu uma primordial contribuição ao expulsar um atacante nosso por falta comum no meio do campo antes aos 07 segundos de jogo, com certeza um episódio ESTRANHÍSSIMO, sendo que ainda jogávamos com o time desfalcado) e dois empates. ISSO NÃO É RIVALIDADE É SUPERIORIDADE. O bordão da Nação Azul não é invenção (caiu no Mineirão, vai pro caixão) é CONSTATAÇÃO da REALIDADE.

De quatro? Por que não de 5 ou de 6?
A Nação Azul não ficou satisfeita. A superioridade era tanta que cabiam pelo menos mais tres. Já é hora de aumentarmos a conta. Primeiro foi de 5, depois de 6, agora era hora de fazermos o 7x0 ou 7x1. Já virou hábito golear o time Rosa-MG. Houveram vaias pois deu pra ver que os jogadores tiraram o pé do acelerador depois do 4x1.

Líder
A goleada nos rendeu a liderança do Brasileiro 2013, não que isso valha muita coisa, mas o mais importante é que não nos distanciemos das primeiras posições pois mesmo com um time sendo montado nesta temporada, o que temos visto é que há muitas dificuldades com os grandes do Brasil. Tanto isso é verdade é que nenhum dos grandes que disputavam a Libertadores se mantiveram no torneio, sobrou para os pequenos. Aliás, as Rosinhas mal se desvirginaram na 4ª feira e no domingo já foram estuprada, o gente que nasceu pra sofrer.
Ricardo Goulart
Que bom que marcou 02 gols e fez um golaço de bicicleta que foi anulado. Tomara que tenha tomado gosto pela coisa e se torne mais efetivo agora com a saída de Diego Souza. Vamos precisar de todos pois temos duas competições a disputar e a contar com o empenho de nosso técnico poderemos ir longe.



FICHA TÉCNICA
CRUZEIRO X ATLÉTICO-MG
Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: 28 de julho de 2013, domingo
Horário: 16h (de Brasília)
Arbitro: Emerson de Almeida Ferreira (MG)
Assistentes: Márcio Eustáquio Santiago (MG) e Pablo Almeida da Costa (MG)
Cartões Amarelos: Souza (CRUZEIRO), Richarlyson, Marcos Rocha e Alecsandro (ATLÉTICO-MG)
Gols:
CRUZEIRO: Everton Ribeiro, aos 31, Ricardo Goulart, aos 42 minutos do primeiro tempo, Nilton, aos sete, e Ricardo Goulart, aos 12 minutos do segundo tempo
ATLÉTICO-MG: Alecsandro (pênalti), aos 17 minutos do primeiro tempo
CRUZEIRO: Fábio; Mayke (Ceará), Dedé, Bruno Rodrigo e Egídio; Nilton, Souza, Ricardo Goulart e Everton Ribeiro; Vinícius Araújo (Wilian) e Luan (Martinuccio)
Técnico: Marcelo Oliveira
ATLÉTICO-MG: Giovanni; Michel; Rafael Marques, Gilberto Silva e Júnior César; Richarlyson (Jemerson), Lucas Cândido, Rosinei (Leleu) e Marcos Rocha; Luan (Hélder) e Alecsandro
Técnico: Cuca

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Cruzeiro vence, aliás, goleia rival e lava a alma do torcedor 6x1

Cruzeiro 6x1 Atl-MG - Arena do Jacaré - 38ª Rodada - Brasileiro 2011
Ele acreditou! Um dos primeiros a chegar ao estádio.
Os 6 co-autores da goleada!
Realmente pra lavar a alma
Essa goleada era tudo que precisávamos para voltar a ter a paz em nossos corações azuis. Não podia ser de outra forma, porque pelo tanto que estávamos feridos, se conseguíssemos somente a nossa manutenção na série A, DE ONDE JAMAIS SAIMOS, não seria suficiente. Somos como já nos apelidaram exigentes sim, mas como achar que a manutenção pura e simples na elite do futebol brasileiro já seria um prêmio. Só para times pequenos é que isso é um prêmio. Para nós não, e isso não é arrogância, é a realidade. Não estamos acostumados a correr o risco que este ano corremos.

A verdade
É que passamos 2 rodadas apenas na 'zona do desconforto' durante o campeonato todo e isso já serviu para fazer com que o Torcedor Azul vivesse um inferno durante pelo menos os 3 ou 4 meses do returno do Brasileirão. Nós não estamos acostumados a isso, tanto é verdade que somos o time que menos vezes frequentou a zona de rebaixamento em todas as edições do Brasileirão, desde 2003.

Comemorando
O Cruzeirense não esta comemorando a manutenção da equipe na Série A. Para nós isso é impensável, não é digno de comemoração. Estamos comemorando é a partida em que jogamos muito e demos uma sapecada histórica, mais uma, no rival citadino. Há algum tempo estamos ouvindo quietos a comemoração antecipada da turma Rosa de Minas. Mas o ditado já diz, ri melhor que ri por último. Não deu outra, de novo rimos muito da mediocridade do time de Vespasiano. Mais uma vez eles viraram chacota nacional. A maior goleada do campeonato. A maior goleada entre os dois times desde a época em que se tornaram rivais, visto que lá pelos anos 30 o Cruzeiro era quase um time amador contra o time do Atreco-MG que já era "grande".


Público
E as Rosinhas ainda falam de torcida. Mais uma vez colocamos num estádio sua LOTAÇÃO MÁXIMA. O maior público pagante que a Arena já teve. Como no Mineirão, ninguém irá nos superar. Nossa torcida deu o exemplo para a torcida rosa. Lotamos a Arena e mostramos nosso amor, não paixão, pelo Cruzeiro. Agora temos o recorde de renda e também o recorde de público do estádio. Além de maior, nossa torcida tem verdadeiro amor pelo Clube, não aquela BOBOSEIRA doentia dos pateticanos, aquela ilusão letárgica das meninas de Vespasiano.
A torcida acreditou sempre e não deixou de apoiar.
ZZP
Nosso presidente Zezé Perrella conseguiu, como já ele mesmo afirmava antes, livrar nosso Cruzeiro da degola, da queda para a série B. Ponto positivo para o cartola que reconhecidamente já prestou muitos e bons serviços ao Cruzeiro. Por mais que hoje ele seja muito questionado não podemos esquecer de tudo que ele já fez pelo Melhor Clube Brasileiro do Século XX. Dizíamos aqui mesmo que se o pior ocorresse ele teria sua imagem manchada para sempre, mas já que conseguiu reverter o que já se anunciava, temos de reconhecer sua boa gestão a frente do Maior de Minas. No entanto, como ele mesmo reconheceu, esse ano, principalmente, foi um ano de lambanças. Que isso jamais ocorra novamente. Aliás não só esse ano. Ano passado, em que pese os problemas de arbitragem, faltou um reforço no ataque do Cruzeiro. Se tivéssemos um atacante mais decisivo teríamos sido campeões.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Cruzeiro goleia Democrata por 7x0 com 3 de Kléber


Bernardo brilhou, sofreu 2 pênaltis, um ele bateu e converteu sem falar no ótimo passe para G.Magrão fazer o primeiro.

Wanderley marcou seu primeiro gol no Mineiro 2009.

Kléber, mais uma vez imprescindível marcou 3.

G.Magrão na lateral foi bem melhor que em outros jogos onde foi improvisado ali e ainda abriu o placar da goleada.


Porque o Cruzeiro não joga sempre assim?
O Cruzeiro jogou muito bem ou o Democrata é que foi um adversário muito fraco?

Essas dúvidas devem estar povoando a mente de muitos Cruzeirenses por esse mundão Azul de meu Deus. O jogo de ontem no Mineirão realmente foi muito diferente dos últimos 3 que o Cruzeiro disputou.

O início foi igual, bem igual com a diferença que dava pra perceber que o intento do Democrata não teria o triunfo que os últimos 3 rivais tiveram. Tava claro que o time de Valadares não seguraria o ímpeto Celeste por muito tempo. Os jogadores do time preto-e-branco não demonstravam a mesma garra, a mesma eficiência dos anteriores.

Acima na minha humilde visão todas as duas dúvidas são pertinentes e corretas. Tanto o Cruzeiro jogou muito melhor que nas 3 últimas partidas, como também o Democrata não conseguiu repetir a retranca e a marcação fortíssima dos demais. E essa combinação mortal foi responsável pelo placar elástico.

O Cruzeiro entrou em campo com uma escalação surpreendente. Ninguém poderia imaginar tantas mudanças do técnico na equipe que vinha jogando o estadual. Apesar de mudanças forçadas por contusões (Sorín) e suspensão automática (Fábio), Adílson reafirmou seu comando na equipe ao re-editar o famoso Rodízio Azul, poupando jogadores e colocando outros que estavam parados para atuar.

Por mais que ele seja questionado, principalmente pela PIG ( = galopress, parte da imprensa galista), e por alguns Cruzeirenses, o que ele busca realmente é o que declara sempre: quem tem um grupo grande de jogadores qualificados não pode ter um time titular e outro reserva, isso é glicerina pura. Os jogadores não querem ser reserva e se o forem ficarão descontentes. Por outro lado a temporada é longa e com muitos jogos, não podemos ter só um time titular, temos de ter algo em torno de 15 ou 16 titulares que se revezam.

Ele precisa fazer o rodízio porque tem muitos jogadores qualificados e não titulares e reservas. O Cruzeiro hoje não tem essa divisão, temos jogadores que “estão “ no time titular e eles podem ser substituídos à qualquer momento por outro “titular”. O jogador que questionar o rodízio não estará sendo inteligente, pois sem ele muitos não teriam oportunidade de jogar e aí sim ficariam descontentes.

O campeonato tem sua 1ª fase terminada e o Cruzeiro fica em 2º lugar, parte por sua própria culpa ao empatar 3 jogos seguidos, parte pela PROVIDENCIAL AJUDA DA ARBITRAGEM ao rival local. Só pra citar o jogo de ontem no triângulo só acabaria quando o time zebrado-abelhudo marcasse seu gol para obter a vitória. Nesse jogo não houveram expulsões, atendimentos médicos demorados nem confusão nenhuma que justificasse os 5 minutos de acréscimo que o árbitro deu. Os 2 gols saíram aos 46 e 49 minutos do 2º tempo. IMPRESSIONANTE a força do presidente emplumado junto à Federação, ELE chamou à todos de bandidos, ladrões e disse que formam uma gangue, levou sessenta dias de suspensão e nenhuma voz se levantou pra rebater as acusações: IMPRESSIONANTE!

As coisas não estão muito claras em Minas, temos receio de que os fatos de 2007 que mais uma vez mancharam a história do futebol mineiro se repitam: OLHO VIVO NAÇÃO AZUL!


sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Uma torcida apaixonada que não aparece na tv






Clique nas imagens para ampliá-las.
Já foi dito que os psicólogos acreditam na tese de que uma mentira repetida muitas vezes vira verdade. Nada mais correto que essa frase para servir de introdução ao nosso texto.

A imprensa mineira (parte da imprensa da capital para ser mais específico), tem ao longo dos anos apregoado sucessivamente que a torcida do Atletico-MG é a mais apaixonada do Brasil, e que não abandona o time nunca: MENTIRA DESLAVADA! Isso é produto exclusivo de uma ação de gatekeeper muito bem estruturada.

Infelizmente por motivos que vamos tentar resumidamente expor aqui, isso ocorre e tem influenciado sobremaneira a opinião pública brasileira. Evidente! A imprensa da capital mineira tem seu poder, Minas Gerais é o 2º estado da federação em poder econômico, também por isso a imprensa consegue impor seus conceitos, embora desvirtuados.
Agora porque existe essa situação? Porque essa parte da imprensa (a maioria) tanto faz pra defender o CAM?

Bom isso tem raízes históricas. O CAM além de ser o primeiro clube de futebol da capital, nasceu praticamente junto com a cidade. Foi fundado por estudantes (sobretudo naquela época, 1908, estudar era incontestavelmente uma característica da elite) e logo caiu na simpatia da população da nova capital. Temos de compreender que isso é relevante pra que haja, até hoje essa parcialidade em torno do time secundino.

Já o Cruzeiro nasceu em 1921, fundado por trabalhadores imigrantes e familiares de imigrantes italianos. Proletariado que sofreu preconceitos e muita dificuldade pra se erguer. Foram anos duros e que só a fibra dos imigrantes pôde vencer.

Mas com este espírito de luta foi sendo formado o timbre que iria permear a história do clube palestrino, como era conhecido à época. Além destas origens humildes o Cruzeiro foi perseguido quando da eclosão da 2ª Guerra Mundial, italianos e tudo que lembrasse os INIMIGOS, não era bem visto, e o clube ainda jovem, teve de mudar seu nome para sobreviver.

Não citamos esse fato como algo que possa servir de alimento a um sentimento de compaixão, não, citamos essa perseguição para exemplificar situações e condições que motivavam torcedores, cidadãos e lógico a imprensa a renegarem o time. E o Palestra Itália foi obrigado por decreto presidencial a mudar seu nome e tornou-se o Cruzeiro Esporte Clube.

Daí se pode depreender o porque das preferências da imprensa de BH, o motivo pelo qual um time é reverenciado e o outro negligenciado, as razões históricas que contribuíram para a atual situação, que tende a mudar com o passar dos anos.

Tanto é balela a proclamada paixão do atleticano que os números mostram com clareza quão normal é esse torcedor, tão apaixonado por seu time quanto qualquer outro torcedor brasileiro, os números e as imagens. A foto abaixo, mostra o abandono ao time no 2º jogo da final do Camp. Mineiro de 2008.

Não importa se haviam sido goleados, se fossem apaixonados como é declamado na imprensa eles estariam lá e não abandonariam seu time, fosse como fosse.

Mas se as imagens não mentem, os números retratam a realidade. Também nos números nós podemos ver como a verdade não corresponde ao que lemos nos jornais, ouvimos nas rádios e nas tv’s.

Público pagante: 460.658 Cruzeiro    Média: 24.245 Cruzeiro (19 jogos)
Público pagante: 354.119 Atletico-MG    Média:18.638 Atletico-MG (19 jogos)
Total arrecadação: R$ 6.392.310,00 Cruzeiro Média R$ 336.437,37 (18 jogos)
Total arrecadação: R$ 3.635.622,50 Atlético-MG Média R$ 191.348,55 (19 jogos)
Fonte: Site da CBF/Estatísticas Série A

O Cruzeiro tem a terceira melhor média de público do Camp. Brasileiro, de 24.245 torcedor por jogo, atrás apenas Flamengo e Grêmio, primeiro e segundo respectivamente nesse quesito. O Atlético-MG ficou em 8º, com 18.638 de média.

                                  Maiores públicos pagantes:                        Maiores médias:
 732.492 Flamengo/RJ (18)                40.694 Flamengo/RJ (18)
602.780 Grêmio/RS (19)                    31.725 Grêmio/RS (19)
460.658 Cruzeiro/MG (19)                24.245 Cruzeiro/MG (19)


Para o jogo contra o Santos, o Atlético fez promoção com ingressos a R$ 5. Os bilhetes tiveram seus preços baixados pra conclamar a torcida à bater o recorde de público do Mineirão em 2008 que pertence ao Cruzeiro e nem assim foi superado.

Algo que também pode demonstrar porque às vezes a tal massa enche o estádio:

Atletico x Santos - Público pagante: 58.391 - Renda: 398.212,00
Cruzeiro x Flamengo - Público pagante: 50.789 - Renda: R$ 516.976,50
8 mil a menos no público, mas 100 mil reais a mais de renda. Essa é a conta que
prova que a Massa só vai se for com promoção.

No ano do centenário do clube tudo que representasse vantagem sobre o Time Azul, era bem visto tanto pelos torcedores zebrados, como pela diretoria do clube de Vespasiano, tanto que a campanha foi forte pra bater o recorde.

O Cruzeiro também fez promoção para a partida contra a Portuguesa, com uma diferença básica, os ingressos foram vendidos a R$ 10,00 no anel superior e inferior e um quilo de alimento não-perecível, numa ação de solidariedade para com às vítimas das enchentes de Santa Catarina (o dobro do preço do rival e ainda 1kg de alimento).

O jogo entre Cruzeiro e Boca Juniors, em 7 de maio, pela Libertadores deste ano, continua a deter o recorde de público do Mineirão na temporada: 61.471 pagantes.
 
O maior público pagante de um jogo internacional oficial disputado no Mineirão também pertence ao Cruzeiro. Foi em 21 de dezembro de 1976, no empate sem gols com o Bayern de Munique, da Alemanha, na segunda partida da decisão do Mundial Interclubes, quando 113.715 torcedores acompanharam a conquista do título pela equipe alemã, que tinha vencido o jogo de ida, em casa, por 2 a 0.

Mas o rival local também tem seus recordes estabelecidos, e não é como aqueles tão propalados e igualmente TÃO falsificados recordes da Segunda Divisão.

O menor público do Mineirão, foi de 489 pagantes, numa vitória do Atlético-MG por 2 a 1 sobre o Democrata, de Governador Valadares, em 5 de maio de 1999. E o segundo pior, também da torcida do Galo, foi registrado no mesmo ano, com apenas 539 pagantes, numa goleada do Atlético-MG de 4 a 0 sobre a URT, dia 12 de junho.

O RECORDE GERAL, SOBERANO E ETERNO DE PÚBLICO DO MINEIRÃO É TAMBÉM DO CRUZEIRO e não será batido NUNCA mais, pois o estádio sofreu reformulações e teve sua capacidade bastante reduzida. Foi no jogo da final do Campeonato Mineiro de 1997, contra o Villa Nova, onde o Cruzeiro sagrou-se Campeão. Nesse dia 22 de junho de 1997, ficaram de fora no estádio mais de 20.000 pessoas que não puderam entrar, e dentro do estádio 132.834 pessoas se acotovelavam.

O fato que nos leva a escrever esse texto, é exatamente essa exarcerbada preferência clubística das redações de BH, que acabam como dissemos acima, influenciando a opinião pública como o fez com o nosso prezado Wilson Hebert do ótimo blog Futebol, Música e Etc, um flamenguista declarado, que com certeza sabe discernir melhor no seu blog que os jornalistas mineiros, que a paixão tem de ficar ao lado quando se trata de informar. Os incautos leitores, telespectadores ou ouvintes acabam por sucumbir e acreditar visto, que a disseminação destas informações é muito grande.

Update (15/12/2008) : confiram reportagem do site Torcida 5 Estrelas que corrobora o que aqui foi mostrado, cliquem no título da reportagem para a acessarem: Cruzeiro 15 x 3 Atlético-MG

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Cruzeiro multicampeão, o MAIOR DE MINAS.



Me desculpem o tom do texto de hoje. Aliás desculpa não seria bem a palavra, mas de qualqeur forma, esclareço que hoje saio da minha linha habitual. Todos que me lêem já há algum tempo sabem que utilizo nesse blog a mesma tática espanhola utilizada pelo Real Madrid. A tática da indiferença ao rival que estagnou e viu o Real se firmar no cenário do futebol mundial como uma das maiores potências clubísticas. Rival esse que inclusive tem o mesmo nome do nosso rival citadino.

Pra mim na verdade não existe um rival à altura do Cruzeiro em Minas Gerais. Não, claro que não é soberba ou ARROGÂNCIA como alguns sofridos torcedores do código de barras gostam de rotular. Não se trata disso porque eu por exemplo admiro e tenho como meta de imprimir em minha personalidade a virtude da HUMILDADE, mesmo em se tratando da vertente clubística de minha conduta de vida.

Sou avesso à cantar vitória antes da hora, sou avesso à propalar conquistas que ainda não ocorreram. Ninguém jamais leu ou vai ler aqui que o Cruzeiro é isso ou aquilo que JAMAIS tenha realmente sido ou conquistado. Sempre caminhei com os pés no chão, sem fantasiar ou sonhar em demasia, isto aliás é uma prática antiga e muito utilizada pela torcida do 2º de Minas, insuflada pela parte parcial da imprensa da capital, a famosa Galopress.   

Aliás a Galopress (um circo armado nas redações, como disse o Pato) ainda vai merecer muitos textos nesse espaço. O Brasil inteiro, e a menor parte de Minas ainda se deixam influenciar pela ação nociva ao futebol mineiro desse setor da imprensa belorizontina. Ditos como Massa, Paixão, Glorioso são pura balela, são afagos no ego de uma torcida cega, lunática e que ao longo dos tempos vem se fechando no seu universo autista. O mundo negro de Vespasiano.

Mas isso será assunto pra outra data. O que quero nesse texto que pretendía que fosse curto, rápido e direto é dizer o seguinte:

O Cruzeiro determinou o fim das comemorações do SEMTERNADA do rival. Com tantas decepções a torcida secundina quer esquecer o tal Centenário, não quer mais ouvir falar dos 100 anos de tristezas e humilhações. Em contrapartida a TORCIDA AZUL, a maior de Minas, não vai jamais esquecer o CENTENÁRIO PATÉTICO. Foi realmente um ano de ‘graça’ pros Cruzeirenses.

Goleamos o rival com histórico placar de 5x0, tiramos deles o único título que vez por outra conseguem ganhar (mesmo assim, com falcatruas e congêneres é que eles ganharam em 2007 o título do Mineiro que há 7 ANOS [isso mesmo SETE ANOS] não conquistavam), e desta maneira esvaziamos já no início da temporada as chances de comemorar o Centenário com títulos.

Adílson Batista esta invicto perante o time de Vespasiano, não perdeu nenhuma partida. Guilherme o matador de frangas, (hoje 22/10 é dia do aniversário de Guilherme, esta completando 20 anos e se tornando a cada dia que passa o maior nome do Cruzeiro em 2008) se firma como um dos maiores artilheiros do clássico, com um aproveitamento espetacular de 0,75% em oito jogos, sendo que em apenas 3 deles jogou os 90 minutos. Na era do Mineirão, a partir de 1965, as melhores médias eram de Dirceu Lopes, com 11 gols em 44 jogos (0,23), e Reinaldo, com 15 em 47 partidas (0,31).


Só pra não delongar mais queremos citar que o placar do clássico ficou em 2008 assim:

Cruzeiro 10

x

Atletico-MG 1

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Cruzeiro vence com goleada histórica rival citadino: 5 x 0




CRUZEIRO HUMILHA O galo NO MINEIRÃO!


Numa partida em que o Cruzeiro entrou em campo totalmente focado no seu objetivo, o time conseguiu aplicar ao adversário mineiro um derrota humilhante e histórica 5 x 0, a maior goleada em clássicos na chamada “era Mineirão”.

Com esse resultado super dimensionado o Cruzeiro devolveu com “juros e correção” (como bem disse Zezé Perrella), o que sofreu em 2007 quando com um resultado anormal e injusto, construído através de lances polêmicos e que até hoje não foram engolidos, perdeu o Camp. Mineiro.

Jogando com vontade e determinação o time do Cruzeiro entrou em campo e foi obstinado em conseguir um resultado positivo que lhe assegurasse a tranqüilidade para a próxima partida, não precisava tanto.

Em post anterior nesse blog indentificávamos 3 times do Cruzeiro na temporada atual e dizíamos que se o 1º time ( o que iniciara a temporada) entrasse em campo ninguém poderia deter o Cruzeiro, e esta teoria foi comprovada neste clássico regional.

A fragilidade do adversário ao lado da superação do time Azul, foram responsáveis pela construção deste placar humilhante no Mineirão, bem diferente daquele jogo de 2007, onde até gol irregular foi validado pelo juiz, aliás os 2 jogos
da final de 2007 foram cravejados de irregularidades.

Atuação notável de Fábio, Marquinhos Paraná, Espinoza, Thiago Heleno, Jadilson, Charles, Henrique, Ramires, Wagner, Marcelo Moreno e Guilherme, ou seja, de todo o time com o destaque para Marcelo Moreno, Ramires, Guilherme e Wagner que marcaram os gols celestes ( o segundo gol foi marcado contra pelo zagueiro Marcos).





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