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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Tostão, um apelido, um símbolo, um ÍDOLO.





Não tenho a pretensão de trazer nenhum detalhe novo sobre a vida de Eduardo Gonçalves de Andrade, o Tostão. Nenhuma peculiaridade que já não tenha sido dita ou publicada sobre esse grande homem, grande atleta e grande ídolo não só da torcida Cruzeirense, mas de todos os brasileiros.

Tão somente nossa intenção é de registrar aqui para os meus qualificados leitores, a passagem do aniversário desse “mago da bola”, desse grande homem, valoroso atleta e amado craque que vestiu e honrou a mais bonita das camisas deste planeta.

No último dia 25/01, este exponencial jogador, comemorou mais um aniversário. Completou 62 anos de existência. O hoje comentarista respeitado, foi outrora um craque temido pelos adversários.

Genialidade o melhor atributo pra definir o camisa 8 do Cruzeiro, que acima da média, comandou um time mágico que o Cruzeiro formou em meados da década de 60. Ao lado de grandes craques como Piazza, Dirceu Lopes, Zé Carlos, Evaldo e Raul, Tostão participou da heróica conquista do título Brasileiro de 1966, o principal enquanto jogador do Cruzeiro. As grandes atuações à frente da “Academia Celeste”, como foi intitulado esse time, levaram Tostão a disputar a Copa de 1970, no México, com o melhor time que o Brasil já montou em todos os tempos. Se 1966 foi um ano consagrador para o Cruzeiro, 1970 o foi para o futebol Brasileiro.

Essa conquista da Taça Brasil, equivalente ao Camp. Brasileiro de hoje, em 1966 sobre o magistral time do Santos de Pelé, Zito, Pepe e tantos outros consagrados craques, determinou um novo tempo para o Cruzeiro, e por extensão para o futebol de Minas.
Foram dois jogos na final que o Cruzeiro venceu e convenceu 6x2 no Mineirão em 30/11/66 e 3x2 em 7/12/66 no Pacaembu.

O jogador foi o maior artilheiro de todos os tempos no Cruzeiro. Tostão marcou 248 gols, defendeu as cores celestes por nove anos de 63 (aos 16 anos) a 72 (no time principal, pois desde 61 era jogador das categorias inferiores do Cruzeiro) e conquistou 04 títulos de Campeão mineiro em 1965, 1966, 1967 e 1968 e a Taça Brasil de 1966.

Tostão tem a maior média de gols por ano do Mineirão, foram 17,875, enquanto o segundo da lista, tem uma média de 11,692 gols por ano nos 12 anos em que jogou no Atletico(MG), muito inferior ao Craque Azul. Por feitos como esses, ele é considerado por muitos o maior atleta dos 88 anos de história do Time Estrelado.

Driblador inteligente, objetivo, mas também extremamente solidário, Tostão foi o responsável por algumas das assistências mais espetaculares do futebol brasileiro e do mundial de 70. Reconhecido por todos como um jogador de estilo único em todos os tempos.

Mas Ditão, de tão forte chute, haveria de acertar o olho de Tostão ao rebater uma bola. O zagueiro corintiano entraria em 1969 para a história do futebol brasileiro como aquele que ousou, involuntariamente, interromper o reinado do craque Tostão. Levado aos Estados Unidos pra ser operado o craque voltou a jogar, mas nunca ficou totalmente curado da lesão (descolamento de retina) que o obrigou a interromper sua majestosa trajetória aos 27 anos cinco anos após ter sido atingido pelo chute de Ditão, em 1974, quando abandonou o futebol.

Hoje como comentarista, Tostão é respeitado por defender sempre suas opiniões, não se furta a expressá-las mesmo que saiba que não vai agradar a algum dirigente ou mesmo atleta. Tostão como comentarista é quase tão reconhecido como o foi com a bola nos pés.


quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Cruzeiro: o time do toque de bola refinado um dia cognominado de Academia Celeste


O Cruzeiro dos dias atuais continua a ser um time de toque de bola.

Nos meados dos anos 60 o time do Cruzeiro, conduzido por grandes craques que viraram ídolos, começou a ser conhecido no Brasil e no continente sul-americano como Academia Celeste.

Essa denominação era devida ao perfil que o time construiu naquela época, onde com um vistoso toque de bola e uma apurada qualidade técnica, encantava a todos que assistiam seus jogos. Tostão, Dirceu Lopes, Natal, Piazza, Raul, enfim todo um time de heróis, conseguiram vencer o Santos que era o maior time do país, bicampeão mundial (1962 e 1963) e ainda contava com estrelas do porte de Carlos Alberto, Zito, Mengálvio, Pepe, Dorval e sobretudo, Pelé. O Cruzeiro, até então, era formado por jogadores jovens e desconhecidos.

Mas o motivo da menção à esse “Escrete de Ouro” não é falar desse famigerado Cruzeiro de 66, apenas queremos explicar rapidamente a origem do título Academia Celeste. A intenção desse texto é mostrar pra todos que o Cruzeiro ainda faz jus à essa denominação, mesmo nos dias de hoje.

Segundo dados divulgados no Site Oficial, um levantamento feito pelo sistema de estatística Footstats mostra que a equipe do técnico Adilson Batista é a líder em passes certos e está entre as que menos errou o fundamento no Campeonato Brasileiro.

O Cruzeiro aparece como a segunda equipe que mais tenta o passe. Foram 9.860 vezes, número inferior apenas aos 9.990 do São Paulo. Dentre as tentativas, o time acertou 8.764 passes, recorde em números absolutos, ou 88,9% do total.

Mesmo sendo o que mais arrisca a troca de bola, o Cruzeiro é o quarto que menos erra no fundamento. Foram apenas 1.096 bolas destinadas aos pés adversários, ou 11,1% do total. O Palmeiras é o líder no quesito, com 1.006 erros em 8.695 tentativas, ou 10,4%. Quem mais erra é o Botafogo, com 1.285 falhas em 8.695 passes, o equivalente a 14,8%.


Informação incompleta gera dúvidas

Infelizmente o site do Globo Esporte ao divulgar números de passes errados, induz o internauta à ter uma idéia diferente da realidade pois o site não faz a proporção entre tentativas e acertos/erros, apenas divulga quem mais dá passes errados. No site o Cruzeiro figura como o time que mais erra passes veja:

Cruzeiro : 1123 passes errados
São Paulo : 1063 passes errados
Vasco: 1058 passes errados

Pelas estatísticas podemos entender que a quantidade de passes errados do Cruzeiro é maior pelo simples fato de que o elenco do Cruzeiro é o que mais arrisca a troca de bola, o que o faz merecedor do título de time que joga um futebol com qualidade técnica e bonito de se ver.


Veja um pouco do time que foi aclamado primeiramente como Academia Celeste.


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