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quinta-feira, 16 de julho de 2009

Cruzeiro perde pra si mesmo

Não foi o Cruzeiro quem perdeu, não foi o Estudientes (de propósito) que venceu. Foi a inocência e a apatia dos jogadores brasileiros que perdeu para a malícia e a gana e porque não, maldade dos argentinos. Enquanto os times brasileiros insistirem em SÓ jogar futebol contra os argentinos estaremos em desvantagem. Eles jogam sujo, mas sabem fazer isso.

Os brasileiros quando o fazem são punidos porque não sabem usar a catimba e a maldade sem que o juiz perceba, essa é a grande diferença.

O Cruzeiro é mais time, muito superior tecnicamente, mas jogou com nervosismo e apatia num segundo momento e isto o derrotou.

Adílson como dizíamos em post anterior já pode ser considerado um dos melhores técnicos do Brasil, o título viria só para coroar o ótimo trabalho feito até aqui. Mas o técnico, consagrado no Brasil inteiro, não terá vida fácil em Minas, a galopress irá cobrar seus dividendos agora, já que “ele” não conseguiu o título.

Uma solução para o problema do mal que nos causa a galopress me ocorreu hoje, de quebra resolveríamos um outro problema a nível nacional. O Cruzeiro deveria vender todo o seu patrimônio em Belo Horizonte e se transferir para uma cidade de São Paulo, ou mesmo Rio de Janeiro. Nem precisa ser a capital.

Com a estrutura que tem em Minas, com a expressão que possui, respaldada pelas grandes e VERDADEIRAS conquistas, com certeza seria em 5 anos um dos 3 maiores clubes do Brasil sob todos os aspectos.

Deixaríamos de ter a oposição da mídia da capital provinciana de Minas, deixando o estado sem nenhuma (eu disse NENHUMA) representatividade no cenário esportivo brasileiro, e passaríamos a ter a simpatia da mídia do Eixo Rio-SP.





Saudações Celestes

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Cruzeiro empata em 0x0 o primeiro jogo da final da Libertadores


Fábio, desempenho notável mais uma vez. O melhor goleiro do Brasil.

Adílson não precisa provar mais nada, um dos melhores do Brasil, o título, vindo, será a coroação. Vai ser conhecido como Professor América.

O JOGO
Esse embate vigoroso, um jogo duro, difícil, digno de uma final de Libertadores, pode entrar para história do futebol como A Batalha de La Plata.

Mas o Cruzeiro soube segurar o ímpeto do Estudiantes. Jogando com muita inteligência e maturidade, o Cruzeiro ficou mais na defesa, destruindo as jogadas ofensivas do Estudiantes, principalmente no primeiro tempo. Saia só na boa, no contra-ataque.

No segundo tempo ousou mais, teve grandes e talvez as melhores chances do jogo de marcar, mas desta vez não foi tão objetivo e não conseguiu abrir o placar.

Torcedores em La Plata, junto com o Cruzeiro.
O GOLEIRO
Fábio foi o destaque do jogo, salvou o time nas poucas vezes que o Estudiantes chegou com real perigo, fez umas 4 ou 5 defesas antológicas e desta forma garantiu o empate para o Cruzeiro.

É como dissemos num post anterior, e como já diz a velha máxima do futebol: Todo grande time começa com um grande goleiro.

Fábio foi fundamental, fez pelo menos 3 defesas cara a cara com o adversário, em lances de puro reflexo.

A ENTREGA
Não tem como questionar a atuação de nenhum jogador Celeste. Todos se entregaram com muita vontade, determinação, obediência tática e disposição para o jogo.

Mesmo com os desfalques de Fabrício e Thiago Heleno, de última hora, fomos bem e seguramos o empate precioso. Henrique e Anderson, os substitutos foram muito bem.

Alguns torcedores ou comentaristas podem dizer que Ramires não brilhou, que Wagner não foi o diferencial do time, que Kléber errou um gol feito, mas isso cairá por terra quando formos analisar o jogo como um todo. A proposta que o Cruzeiro tinha para o confronto foi atingida em praticamente 100%.

Tínhamos que sair com um placar que nos favorecesse, que nos deixasse em condições plenas de resolver o jogo em casa. Tínhamos de construir um resultado em que não se precisasse de um milagre em BH.

Foi o que foi feito. O empate nos dá tranquilidade de sonhar com o Tri que ficou bem mais perto de nossas mãos. Uma vitória simples nos garantirá o Tri Campeonato. Todos os jogadores entenderam essa proposta, se imbuíram de que ela precisava ser atingida e deu no que deu.

O Cruzeiro foi brilhante do meio-campo pra trás e foi muito bem do meio-campo pra frente. Em casa com certeza atacaremos mais e conseguiremos fazer os gols que nos darão a vitória e o título. Tudo esta nas mãos dos Guerreiros Celestes, ou melhor, nos pés.

A TORCIDA
Sem medo de ser feliz, com todas as recomendações contra viagens para países já atingidos pela epidemia da Nova Gripe (ou Gripe Suína), vários torcedores Azuis foram a La Plata, vivenciarem um importante passo Celeste na conquista do Tri.

A gripe assusta, preocupa, mas o amor ao Cruzeiro foi maior.

Estes sim são os Guerreiros das Arquibancadas.
O PONTO NEGATIVO
A arbitragem, infelizmente, temos que relatar foi sofrível. O Sr. Jorge Larrionda (Uruguai), não soube levar o jogo, se perdeu ante a conhecida e mal vista catimba argentina. Deixou o jogo correr, não fez as punições que devia, economizou cartões.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Cruzeiro passa pelo Grêmio e é finalista da Libertadores: 2x2


Wellingol, este é realmente predestinado. 2 gols na noite fria de POA.

O FEITO
Pela quarta vez em sua história o Cruzeiro vai disputar uma final da Copa Libertadores. O torneio mais importante das Américas, o torneio que nos dá o direito de disputar o título que mais cobiçamos e o único que falta em nossa galeria de trofeus : CAMPEONATO MUNDIAL INTERCLUBES.

Ser finalista da Copa Libertadores, por si só, já é um feito memorável e Adílson Batista o tão contestado (em Minas pela Galopress e seus seguidores) e vitorioso técnico do Cruzeiro já pode ser considerado um dos melhores técnicos da história Celeste, por levar o time a disputar sua 4ª final da copa contintental.



Não tem como descrever a felicidade e satisfação da Nação Azul por ver o time jogar com inteligência e amadurecimento, algo que nos faltou e foi capital para nossa eliminação na Libertadores do ano passado.


A equipe comemorou muito os gols.

HISTÓRIA
Em 1976 o Cruzeiro foi campeão em cima do River Plate, dirigido por Zezé Moreira, e entrou em campo com Raul; Nelinho (gol), Morais, Darci Menezes e Vanderlei; Piazza (Valdo), Zé Carlos, Eduardo (gol) e Ronaldo; Palhinha e Joãozinho (gol). Vencemos o primeiro jogo em BH por 4x1 e perdemos o segundo em B.Aires por 2x1.

Em 1977 tivemos uma das finais mais equilibradas da história da Libertadores. Depois de perder o jogo de ida por 1x0 e vencer em BH pelo mesmíssimo placar houve a necessidade de um novo jogo que foi disputado em Montevidéu no Uruguai. Desta vez a partida terminou em seu tempo normal empatada 0x0, para variar. IMPRESSIONANTE O EQUILÍBRIO, mas na disputa de penais o Boca Jrs. acabou vencendo por 5x4, e fomos vice-campeões pelas mãos de Yustrich e com com Raul; Nelinho (Mariano), Morais, Darci Menezes e Vanderlei; Zé Carlos, Eduardo, Ely Carlos (Livio) e Ely Mendes; Neca e Joãozinho.

Em 1997 com o mesmo técnico que enfrentamos nessa semifinal Paulo Autuori chegamos ao bi-campeonato em cima do Sporting Cristal. A finnalíssima disputamos com Dida; Vitor, Gelson Baresi, Wilson Gottardo e Nonato; Donizete Oliveira, Fabinho, Ricardinho (Da Silva) e Palhinha; Marcelo Ramos e Elivélton que foi o autor do gol que nos deu o título, esse jogo terminou em 1x0 e em Lima, no Peru, havíamos empatado em 0x0.


O JOGO
O que estavamos sempre pedindo para o time, é o que tem sido decisivo para o triunfo celeste nestes jogos importantíssimos da Libertadores desse ano: o Cruzeiro tem se mostrado super eficiente.

Kléber, outro que não se furta à uma decisão.
No jogo do Olímpico, em suas duas primeiras finalizações o Cruzeiro conseguiu fazer os gols e definiu ali sua classificação para a finalíssima contra os argentinos do Estudiantes. Foram dois gols mortais para o Grêmio em dois minutos. Duas grandes assistências que Wellington Paulista arrematou com extrema eficiência para o gol. Kléber na primeira repetiu o que tinha feito no 1º jogo e avançou pela lateral e cruzou dentro da área para o chute de Wellingol: Cruzeiro 1x0.

Jonathan, tem sido decisivo em jogos decisivos.
Dois minutos se passaram e Jonathan também numa penetração pela direita, da intermediária colocou a bola na cabeça de Wellingol que de peixinho mandou para o fundo das redes enganando o goleiro Víctor.

Os gols sairam aos 34 e 36 minutos do primeiro tempo, depois de uma grande mas ineficaz pressão gremista. O Cruzeiro não precisava vencer e jogou com absoluta inteligência, deixando o desespero tomar conta dos gremistas que jogaram muito mas não conseguiram chegar ao gol.

No segundo tempo, numa bobeira de Ramires, que atrasou uma bola infantilmente, o Grêmio ganhou um escanteio e de cabeça fez seu primeiro gol, aos 9 min. Esse revés não abateu nem diminuiu a seriedade da Raposa, que disputou o jogo totalmente ciente do que tinha que fazer.

Só aos 29min, Souza, num belo chute achou o segundo gol gremista, mas a poucos minutos do final da partida, os gremistas já estavam nocauteados, jogavam somente por brio, por dignidade e como disseram, por respeito ao seu torcedor.


Fábio mais uma vez também foi decisivo a seu modo, evitou os gols do tricolor saíssem. Foi mais uma vez perfeito e justificou a máxima: todo grande time começa com um também grande goleiro.

A TORCIDA
Nossa torcida compareceu em grande número no Olímpico, fez barulho, foi saudada pelo time e principalmente fez o seu papel e ao fim do jogo comemorou demais a classificação para a finalíssima da Copa Libertadores da América.

Até tu Dona Salomé? *(Ela é uma torcedora-símbolo, veja abaixo)

Nossa torcida não abandona o time e foi ao Olímpico para disputar a Batalha dos Macacos.
A FINAL
O Cruzeiro agora joga o primeiro jogo em La Plata, na casa do Estudiantes e precisa trazer um bom resultado para o jogo decisivo em BH. Não pode provar do seu próprio veneno.

O expediente que utilizou contra o São Paulo e o Grêmio tem de ser bastante visado pelo elenco Cruzeirense para que no jogo de volta em BH não tenhamos que torcer por milagres. Já esta claro que milagres NÃO acontecem com frequência.


IMBRÓGLIO
A Conmebol se embrulhou numa situação melindrosa. Ao proteger São Paulo e Nacional para que não ficassem expostos a infestação da gripe suína que grassava no México, eliminou os times mexicanos do torneio visto que os mesmos se negaram a jogar fora do México.

Agora a situação é a mesma, mas a Conmebol não quer ser justa e tirar da Argentina o jogo contra o Estudiantes, não quer ser justa ou não tem moral pra isso, já que um dos dirigentes da confederação é argentino. O Cruzeiro alheio a isso tudo, mesmo assim, já confirmou que não irá contra as decisões da confederação.


* Saiba mais sobre Dona Salomé (torcedora-símbolo do Cruzeiro). Clique aqui.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Elicarlos é agredido com termos racistas pelo atacante Maxi


Site do jornal argentino enfoca o episódio.

Isso já ocorreu antes na Libertadores envolvendo outro jogador argentino.

Elicarlos é acompanhado após fazer formalmente a denúncia contra Maxi.

A repercussão do episódio racista que segundo os jogadores do Cruzeiro, ocorreu entre o atacante tricolor Máxi Lopez e o volante do Cruzeiro, Elicarlos, pipoca em notícias e artigos na internet.

Até o jornal esportivo Olé, um dos mais respeitados na Argentina, enfocou o assunto. Reportou todos os acontecimentos e ainda trouxe à tona outro caso parecido, ocorrido em jogo também da Libertadores, ocorrido em abril de 2005, envolvendo o argentino Desábato e Grafite, então jogadores de Quilmes e São Paulo respectivamente.


Que houve uma grande discussão, isso houve, toda a Nação Azul é testemunha. Wagner que segundo depoimentos teria ouvido o que o argentino disse, reagiu violentamente partindo pra cima do atacante gremista dando empurrões no mesmo, ele parecia transtornado.

Elicarlos também se sentiu muito ofendido, como disse ao final do jogo. O jogador garantiu que iria registrar um Boletim de Ocorrência para que o fato fosse apurado e o seu detrator punido.

O jogador afirmou para a imprensa que disputava uma bola “com Maxi, ele não gostou, virou para mim e disse: "macaco". O Wagner também ouviu, ficou p..., e foi para cima dele. Na hora, não acreditei naquilo, fiquei sem reação.”
 
Infelizmente, parece que o técnico P.Autuori, nome respeitado no meio esportivo, tentou minimizar o feito. Ou seja, pregou que a lei não seja cumprida, pregou que isso ocorre com frequencia e que não cabia uma queixa oficial na delegacia ao caso.


Quis dar a entender que o Cruzeiro é que pretendia tumultuar as coisas, quando isso não é verdade pois o jogador que teria sido vítima do preconceito racial dizia a reportagem de tv’s e jornais que iria dar queixa, que não deixaria por isso mesmo.

Para o próximo jogo, já vai existir um clima ruim, um clima de revanche de algo que claramente não ocorreu. O episódio foi sómente entre o volante e o atacante, não deve ser generalizado.

A Conmebol terá que punir o jogador (assim que comprovada a ação racista), e com certeza na justiça comum o mesmo também poderá ser punido, racismo é crime.


Zezé Perrela, indignado com o episódio de racismo, tanto quanto com a tentativa culpar o Cruzeiro pelo desfecho do episódio, divulgou carta onde entre outras coisas diz-se revoltado por ter sido acusado de “termos provocado tal situação
com o intuito de desestabilizar os adversários. Ora, se fosse nosso objetivo tirar proveito de uma barbaridade como essa, teríamos feito no intervalo do jogo, exigindo que o agressor fosse detido no vestiário. Depois de uma partida, na qual saímos vitoriosos, que benefício poderíamos tirar com uma ocorrência policial em estádio de futebol?”

Mas a polêmica parece que ainda renderá mais, agora o argentino esta se defendendo com a alegação que não conhece o significado da palavra MACACO em português, que não sabe o sentido da mesma e que foi tudo ARMADO pelo Cruzeiro, UM ABSURDO. Ele declarou isso ao Olé, clique aqui e leia tudo



quinta-feira, 25 de junho de 2009

Cruzeiro vence o Grêmio no 1º confronto da semifinal 3x1


Mais uma vez o torcedor compareceu, acreditou e fez o seu show.

Um jogo difícil
Um jogo disputadíssimo, onde o Cruzeiro jogou com muita determinação e vontade de ser campeão. Dominou o jogo todo, mas o Grêmio, time aguerrido, levou muito perigo à meta de Fábio em várias oportunidades.

Não temos como negar, demos sorte pois as primeiras e mais incisivas chances foram do tricolor gaúcho, que não teve eficiência para concluir em gol. Por outro lado, o que vínhamos questionando, ontem ocorreu ao inverso. O Cruzeiro foi extremamente eficiente e converteu quase todas as melhores chances que teve.

O time jogou focado e houve uma superação de nossos guerreiros, motivando até comentários de alguns torcedores gremistas que o time Celeste parecia dopado. Realmente a Raposa imprimiu um ritmo alucinante, principalmente nos primeiros instantes do segundo tempo.

O 1º gol
Kléber fez ótimo lançamento, W.Paulista deu uma cabeçada mortal.
Numa escapada inteligente de Kléber para a direita, o mesmo fez um lançamento primoroso para Wellington Paulista que se antecipou a zaga e cabeceou para o fundo das redes. Depois de mais de 35 minutos de um jogo muito nervoso, esse gol deu uma tranquilizada no elenco.

O 2º gol

Wagner, fez linda jogada e concluiu com um ótimo chute para o gol.
Nem bem começou o 2º tempo e já no primeiro minuto do jogo Wagner, num chute sensacional aumentou a contagem. Wagner mereceu o gol, fez uma grande partida, chamando a responsabilidade de armar o time. Foi muito importante na vitória.

O 3º gol

M.Paraná colocou a bola na cabeça do Fabinho, aí ficou fácil.
Outro que merecia fazer um gol, Marquinhos Paraná, fez um perfeito lançamento para a área, na medida para que o volante Fabinho desse uma cabeçada fatal e marcasse o 3º do Cruzeiro.

Homenagens
Alex10
Antes do jogo, numa feliz iniciativa o Cruzeiro prestou uma bela homenagem ao craque Alex 10, o maestro da Tríplice Coroa conquistada pelo Cruzeiro no mágico ano de 2003. O ex-cruzeirense recebeu uma placa que foi entregue pelo Cruzeirense e governador de Minas, Aécio Neves. Além disse o cracaço da camisa 10 deixou a marca de seus pés gravada na Calçada da Fama no Mineirão. Depois deu uma volta olímpica no estádio ouvindo o som ensurdecedor da ensandecida Torcida Azul gritando Volta Alex.

Alex 10 recebeu merecidas homenagens.
Adílson Batista
Outro que foi homenageado foi o técnico Adílson Batista, pelos seus 100 jogos à frente do Maior de Minas. Merecidíssima a homenagem, Adílson Batista transformou o Cruzeiro num time muito forte. Seu retrospecto é amplamente favorável. Agora em seus 101 jogos até aqui tivemos 63 vitórias, 16 empates e 22 derrotas, aproveitamento de 67,65%.
A equipe celeste marcou 201 gols e sofreu 110. Adilson Batista ainda conquistou o bicampeonato Mineiro 2008/2009 à frente do time celeste, com DUAS GOLEADAS históricas no rival local por 5x0. Em 2009 a conquista do Mineiro foi também invicta, o time não perdeu nenhuma partida, mesmo tendo jogado TODO o campeonato com time misto.
Em janeiro desse ano conquistou também o Torneio Verano no Uruguai, onde venceu inclusive o Nacional-URU.

Adílson, quanto mais o criticam mais ele demonstra ter grande capacidade como técnico.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Cruzeiro elimina o São Paulo da Libertadores : 2x0


Henrique fez um golaço que abriu caminho para a vitória consagradora, de quebra calou a boca de muita gente.

Kléber, lutou muito manteve-se calmo e garantiu a vitória na cobrança do penal.
Jogando com garra e autoridade o Cruzeiro quebra uma série hegemônica do Tricolor paulista nos últimos anos e elimina o outrora todo poderoso time do técnico Muricy Ramalho dentro da sua casa o Morumbi.

Sem sossego
Adílson Batista sai MAIS uma vez fortalecido ante a galopress que não lhe deu sossego em toda a sua trajetória vitoriosa no Cruzeiro. Agora o técnico, reconhecido em todo o país, coloca o Cruzeiro e por extensão a si próprio, como um dos 4 melhores times do continente. Mas mesmo assim não terá vida fácil, a ação da galopress irá continuar, cada vez mais firme, levando consigo muitos torcedores azuis até atingir seu grande objetivo: derrubar o técnico.

Outro muito questionado, muito cobrado e que sai como herói nessa partida é o volante Henrique. Sempre jogando com seriedade e muita vontade, o meio-campista, a bem da verdade, apresenta algumas deficiências na qualidade do seu passe, mas no desarme é um dos mais eficientes do meio campo celeste. Injustamente é muito xingado e humilhado pora alguns torcedores. É um jogador que tem suas limitações, mas é muito útil ao time.

Nada de novo
Sim, mais uma vez temos de dizer que não há novidades nessa eliminação do São Paulo. Os dois times já se encontraram 5 vezes em jogos decisivos e o Cruzeiro levou a melhor por 4 vezes e só uma vez o S.Paulo conseguir eliminar o Time Azul. (1 - Quartas-de-final da Copa do Brasil de 1993, 2 - Copa Ouro em 1995, 3 - Copa do Brasil em 2000, 4- Copa Mercosul de 1998, todos deram Cruzeiro e na Recopa Sul-americana de 1993 o time paulista venceu nos pênaltis por 4 a 2.)

O óbvio ululante
O início do jogo não deixou dúvidas à Nação Azul que ouvia, assistia pela tevê, ou mesmo a grande parte dela que assistia no Morumbi o embate. O Cruzeiro entrou em campo disposto a lutar e vencer o jogo. Foi mais time durante todo o jogo, sufocou o time Tricolor e não lhe deu chances para ameaçar a meta de Fábio. Parecia óbvia a classificação Celeste.

Com rumo
Não há como negar, se o Cruzeiro mantiver esse ritmo estaremos muito perto do TRI. Não tem como enfrentar um time tão empenhado como esse que lutou contra o São Paulo. Além de tudo o Presidente Celeste, Zezé Perrela divulgou ontem ANTES do jogo que não importando o resultado do jogo quer garantir ADÍLSON BATISTA por pelo menos mais três anos no Cruzeiro.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Tudo sobre os confrontos entre Cruzeiro e São Paulo




O segundo jogo entre Cruzeiro e São Paulo (17/06 - 21:50 - São Paulo x Cruzeiro) será um confronto dos mais importantes entre clubes do Futebol Brasileiro em 2009. Ele vai definir quem jogará as semifinais da Copa Libertadores de 2009.

Convidamos 02 blogueiros para passarem aqui suas opiniões e análises sobre o último confronto dos dois times, só que válido pelo Campeonato Brasileiro de 2009.

Dom Joker do bom blog Análises Táticas, que analisa os rivais do Cruzeiro nas diversas competições traça um perfeito raio-x do jogo da pela 4ª rodada do Brasileirão 2009.

Fernando do Blog Lunaticruz, faz um relato sobre o pior problema do Cruzeiro, que aliás já vem há bem tempo atormentando a China Azul: O Cruzeiro Versão “Fora de Casa”.

A postagem ficou muito longa, mas a leitura é recomendada, sem preguiça então, vamos aos textos:

Infelizmente confesso. Confesso que nessa rodada, nessa partida - que para mim não é passado e não pode ser encarada assim - o treinador Adilson Batista fez o que muitos reclamam, inventou. Inventou tanto que nem a disposição do Kleber - único jogador dos alvi-celestes que merece elogios - que demonstrou realmente ser um gladiador adiantou.

Irei dividir a análise em duas partes, São Paulo e Cruzeiro:

SPFC:
Confesso que também errei, errei tanto que no meu blog a análise que fiz da disposição tática do time paulista está com tantos erros que tenho vontade de retirar o post. Fui “tapeado” pelo rabugento, chato, metido e excelente técnico Muricy Ramalho, ele foi simplesmente genial. Mudou toda a equipe, resolveu o problema no ataque, na criação do meio-campo, na defesa fechou espaços e nas laterais, deu mais qualidade ainda pela esquerda.

No gol Denis não teve dificuldades, apenas chutes de longa distância fizeram com que ele sujasse o uniforme, senão, podiam poupar a lavagem da roupa do goleiro.

Na defesa, os três zagueiros foram absolutos, André Dias novamente jogou muito bem, com boa saída de bola e excelente cobertura aos zagueiros Renato Silva e Miranda (ambos revezaram na marcação do Gladiador em um ridículo rodízio que falarei mais abaixo) que se preocuparam em marcar apenas o Kleber, pois o Wellington Paulista...

Nas alas, outra alteração, o bambi-mor Richarlyson estava suspenso e Júnior César, infinitamente superior ao irmão do Alecsandro, fez os torcedores celestes lembrarem que o Jonathan não é gênio e sim apenas e tão só apenas um bom jogador. Na direita o Zé Luis (ex-cocota) marcou e somente isso, fechando o principal flanco do ataque celeste.

No meio sim, foi feita a substituição que, para mim, foi decisiva. Saída de Hernanes, entrada de Marlos (ex-Coritiba), esse sim, desmantelou a defesa celeste e no segundo gol deu um drible desconcertante no Fabrício. Marlos desequilibrou, rápido, ousado, bateu bem a gol e teve visão de jogo (como tem o Wagner e não o Ramires entendeu AB?). Os volantes, Eduardo “Botineiro” Costa e Jean se apresentavam bem postados diante da zaga tricolor, o segundo, ainda tentou algo ofensivamente, porém não levou perigo a meta celeste.

No ataque, Muricy cedeu, cedeu a pressão da torcida, da mídia e principalmente do jogador. Borges reclamou muito da reserva e acabou conseguindo demonstrar para o técnico que deve sim, ser o companheiro de ataque do Washington. Tanto deu certo que dois dos três gols foram deles.

Até nas substituições o São Paulo foi melhor, apostou em um ataque veloz enquanto o Cruzeiro tentava atacar no segundo tempo e deu no que deu, Dagoberto fez mais um.

Sobre o SPFC, acho que falta acrescentar ainda que não foi uma grande equipe, não levou perigo a meta celeste, porém como todo time montado pelo Muricy desde que chegou a capital paulista, a equipe é objetiva, fez os gols quando teve chance e não titubeou quando foi forçado a se defender.

CRUZEIRO:

Adilson errou, teve azar e ainda por cima contou com a falta de vontade de alguns jogadores.

Logo na escalação AB já teve problemas, perdeu o melhor zagueiro da equipe, não podia contar com Wagner mais uma vez e nem com TR e Soares – para mim, ambos farão muita falta à equipe, pois não há um jogador veloz para suprir a ausência deles, assim acho que AB deve mudar o esquema de jogo.

No gol o Fábio teve trabalho no máximo duas vezes, não foi exigido hora nenhuma e os gols foram acontecendo sem que ele tivesse possibilidade de reagir em nenhum deles.

Nas laterais, Jonathan voltou a ser o que antes era, apoiava mal e defendia pior ainda, G. Magrão, atabalhoado, porém correu e se esforçou, ainda mandou uma bola na trave quando fazia a vez de atacante pela direita – isso sim é estranho, falta de obediência tática ou invenção do AB? – logo após o primeiro gol sãopaulino.

Na zaga AB inventou, apostou em uma dupla de zaga já testada ano passado e que apenas se mostrou mais uma vez insegura, grosseira e estabanada, Léo Fortunado e TH foram ridículos, trombavam, marcavam o mesmo atacante, subiam mal ao ataque e erravam jogadas básicas na defesa – ainda não entendi o porque de não entrar com o Gustavo na zaga, Léo Fortunato não é titular e o rodízio não iria continuar? -, atuação pífia dos zagueiros celestes.

No meio-campo o maior erro, o que não vinha dando certo permaneceu errado. Minha única crítica ao AB era a persistência com o Ramires que não vem jogando nada! Exatamente isso, nada! Ultimamente pensa que é craque, deu entrevista falando que tem o estilo do Vieira (meia francês que jogou em gigantes europeus como Internazionale-ITA e Arsenal-ING), porém nunca, nem de perto jogou 50% do que jogou o francês. Inventou canetadas, chapéus, dribles esdrúxulos, sinceridade: “Arriverdeci Ramires e obrigado pelos serviços prestados!”.

Os volantes: MP errou tantos passes que nem parecia o volante já conhecido por nós cruzeirenses. Fabrício, cada vez mais ridículas as atuações do nosso camisa 5, porém domingo reparei uma coisa; o Fabrício é quem organizou a equipe, todas as bolas passaram por ele, ele tinha que acionar os laterais e sempre recebia a bola de frente para a defesa, assim o isento de parte da culpa pelo péssimo futebol e culpo o AB – acredito sim que disciplinado taticamente como o Fabrício foi e é, alguma ordem vem recebendo para armar as jogadas, e a ordem só pode partir de um cara, o AB -. Henrique, esforçado, realmente sofreu falta no gol marcado pelo Washington mais não o isenta de errar tantos passes e principalmente, não conseguir desarmar ninguém nem muito menos conter o Marlos, papel que deveria ser dele e se não foi, mais um ponto negativo para o AB!

No ataque o Gladiador demonstrou mais uma vez muita raça, errou muitos passes e não pecou por omissão, pelo contrário, chamou o jogo para si, porém sozinho nada iria resolver, apanhou muito e dessa vez se perdesse a cabeça eu concordaria com ele, um absurdo o que vem fazendo os juízes com ele, acho que só se cortarem uma perna dele fora será dado falta. Já WP... Eu o pedi, queria que ele fosse pro jogo, queria que fosse titular, porém foi ridículo, uma das piores atuações que vi de um centro-avante no ataque do meu clube querido, ele não acertou nenhum passe, não bateu nenhuma bola certa a gol, não se posicionou bem e ainda pecou, ao contrário do Kleber, por omissão.

As substituições bizarras: Athirson (que Deus me perdoe, ainda bem se machucou) não acrescentou nada a equipe, pelo contrário, piorou a já ruim equipe do Cruzeiro; Zé Carlos, para mim uma piada do Perrella com a torcida, ou melhor, do AB com a torcida, pois ele não é obrigado a colocá-lo (e foi ele quem o indicou), o cara é esforçado e só, não merece envergar o manto alviceleste estrelado. E por último a última burrice, a entrada do Elicarlos no lugar do Athirson, alguém me explica, perder de 2 X 0 é bom?

Dom Joker
Análises Táticas - Análises de todos os adversários celestes em todas as competições



O Cruzeiro foi derrotado no último domingo pelo São Paulo por vergonhosos 3x0, no Morumbi. Os gols foram marcados por: Washington, Borges e Dagoberto.

A equipe celeste mantém a escrita de péssimas atuações fora de seus domínios. No campeonato Brasileiro o time não vence desde Setembro de 2008, só nesse ano foram duas derrotas, para Náutico e São Paulo, com 5 gols sofridos e nenhum gol a favor.

Ontem, o Cruzeiro foi escalado pelo técnico Adilson Batista com 4 volantes novamente, com Ramires vestindo a 10. Os azuis estiveram bem no primeiro tempo, criando boas jogadas, mas sofreram 2 gols, sendo o primeiro uma falha bisonha da zaga, principalmente de Henrique que esteve muito mal no jogo errando passes e falhando na marcação.

Além de Henrique, que é constantemente questionado pela torcida, falta um companheiro de ataque para Kléber, Wellignton Paulista tem atuado abaixo da crítica. O Gladiador é perseguido dentro de campo, até mesmo de forma violenta e não tem conseguido produzir o esperado; e o Cruzeiro que era forte com seus "Elementos surpresa" não demonstra mais esta característica, pois Ramires é simplesmente anulado quando joga com a 10, assim como Kléber, ele precisa de um companheiro criativo ao seu lado, este seria na ausência de Wagner,
o garoto Bernardo, ou ainda o ala esquerdo Athirson poderia ser uma boa opção, mas Adilson Batista insiste no esquema com 3 volantes de marcação atuando ao lado do Queniano.

O Esquema montado por Adilson, mostrou todas as deficiências no segundo tempo, onde o São Paulo já vencendo por 2x0, se fechou melhor em seu campo de defesa, enquanto o Cruzeiro tocava a bola improdutivamente, até errar e proporcionar os contra-ataques tricolores. Até que num lançamento longo para Dagoberto (impedido) o placar foi fechado: impiedosos 3x0 sobre um time irreconhecível atuando fora de casa.

Resta-nos esperar uma postura diferente para o jogo de volta na Copa Libertadores, onde o Cruzeiro precisará, no mínimo, empatar com o mesmo São Paulo no Morumbi.

Blog Lunaticruz




Notas do Editor do Blog Sou Cruzeirense:

As opiniões dos blogueiros não refletem necessariamente a opinião do editor desse blog, embora em muitos pontos os referidos tem razão, à nosso ver.

No blog Miscelânea do Eduardo Rodrigues há também um bom texto sobre o último jogo e sobre o problema dos jogos fora de casa para o Cruzeiro, recomendo a leitura.

A caça da defesa são-paulina a Kléber rendeu o afastamento do árbitro do jogo e seu auxiliar, mas isso não passa de um afago da comissão de arbitragem.

O presidente Celeste divulgou carta de protesto pela sucessiva e não coibida prática de se fazer rodízio de faltas em Kléber. Equanto isso o artilheiro vai se mantendo firme em não revidar e não ser expulso. Leia a carta clicando aqui.


quinta-feira, 28 de maio de 2009

Cruzeiro vence o primeiro jogo com o São Paulo: 2x1


O Zagueiro Artilheiro deixou sua marca no clássico.

Zé Carlos: Predestinado???

Muita vontade e determinação também de Kléber e Ramires
O jogo:

           Como prometia o clássico entre Cruzeiro e São Paulo foi um jogão. O Cruzeiro dominou o jogo quase que inteiramente, mas não soube traduzir esse domínio em gols.
           A vitória por 2x1 não foi nada confortável pois temos consciência de que uma nova e grande batalha será travada no Morumbi, onde uma derrota por 1x0 provocará a nossa desclassificação.
           O Cruzeiro finalizou muito mais que o São Paulo, aos 40 min do 1º tempo tínhamos 9 finalizações contra apenas 1 do time tricolor. A posse de bola era de 60% a nosso favor.
           Ao término do 1º tempo o zagueiro artilheiro Leonardo Silva abriu o placar numa cobrança de escanteio cabeceou para o fundo das redes de Denis.
           O 2º tempo iniciou com um equilíbrio maior entre os dois times, tanto que logo aos 11 min Washington empatou a disputa. Sem querer desmerecer o atacante grandalhão, mas o gol são paulino foi mais uma falha defensiva que mérito do atacante. Uma grande bobeira da nossa zaga.
           Mas Adílson, que havia substituído Thiago Ribeiro (lesionado) por Athirson, colocou novamente um atacante, sacando Gérson Magrão. Entrou Zé Carlos estreante na Libertadores e o atacante foi de sorte marcando logo aos 19 min o gol que decretou a vitória celeste.

Concluindo:

           A disputa esta aberta, com um empate o Cruzeiro classifica-se, com derrota nossa por 1x0 dá São Paulo. Teremos um jogo difícil e emocionante no Morumbi.
           O Cruzeiro precisa treinar ainda mais finalizações. Já mencionamos aqui como seria importante aproveitar melhor nossas muitas finalizações e no jogo de ontem ficou muito claro esse fato. Se o Cruzeiro tivesse feito mais um gol a história seria outra, a confiança na classificação seria ainda maior que já é.
           O Cruzeiro pelo futebol que apresentou tem plenas condições de se classificar no próximo jogo, mas tem que ter mais atenção na defesa, não deixar jogadores como o Washington sozinhos. Tivemos um volume de jogo bem superior ao tricolor paulista que não deixou de ser um time muito entrosado, que joga certo demais.

Atuações:

           Kléber continua sua saga. Não chegou a ser caçado como em outros jogos, mas apanhou bastante e chegou a levar um cartão amarelo, mas se conteve e ajudou muito o time.
           Jonathan fez boa partida mas preocupou-se mais com a parte defensiva.
           Fábio mais uma vez fez a diferença quando acionado.
           Marquinhos Paraná como sempre manteve seu eficiente simples e bom toque de bola.   
Fabrício continua sem muita eficiência nos chutes que dá, aliás não deveria cobrar faltas, mas é um leão quando atua defensivamente.        
           Ramires, o Guerreiro, com dignidade honrou mais uma vez o Manto Azul e jogou demais.           
           Magrão também como Jonathan jogou bem mas ficou mais tempo defendendo que atacando.            
           Henrique, sempre questionado foi muito bem tanto defensiva como ofensivamente, esteve perto de marcar um gol. Nossa defesa fora o lance do gol são paulino esteve bem.
           Thiago Ribeiro enquanto esteve em campo lutou muito e se deslocou o tempo todo, confundindo a defesa tricolor.

A arbitragem:

           O Sr. Carlos Chandia foi bem na parte técnica, na prática não houveram lances onde se pode dizer que houve erro de marcação do árbitro. Na parte disciplinar economizou muitos cartões, quase perdeu o controle do jogo.

Na visão da imprensa:

           Infelizmente não podemos deixar de mencionar como o bairrismo das emissoras do EIXO (RIO-SP) é o item norteador das matérias esportivas. No Jornal da Globo vimos uma análise do jogo onde quem não prestasse a atenção entenderia como tendo sido vitória do São Paulo. Só falaram do tricolor e tentaram ofuscar a vitória Celeste. Nós já nos acostumamos a esse tratamento, mas não é por isso que não podemos questionar.
           Na transmissão da TV aberta tivemos de “suportar” as péssimas intervenções do Sr. Márcio R. Freitas (se ele não foi um bom árbitro, aliás foi muito ruim, como pode ser um bom comentarista de arbitragem?), que mesmo vendo em alguns casos pela repetição do lance que se equivocou, não tem a humildade de assumir isso. Impressionante.

A torcida:

           Compareceu em massa e apoiou o time de maneira sublime. Foram quase 53.000 pagantes, número que se estabeleceram como o novo recorde de público dessa edição da Copa Libertadores. Parabéns a Nação Azul, essa é a verdadeira multidão de torcedores mineiros que “realmente” apóia o seu time.

Se fosse um jogo do 3º time em torcida (no interior de MG), hoje a imprensa tava exaltando a participação imensa e calorosa da torcida.

Um show à parte, tanto nas arquibancadas quanto com os fogos.

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Cruzeiro vence Univ. de Chile e classifica-se: 1x0


Kléber marcou o gol do jogo e suportou bem as agressões, mais uma vez. O juiz? Não viu nada.

Mais uma vitória que concretiza o que todos já esperavam. O Cruzeiro vai se encontrar com o São Paulo de Muricy Ramalho, sim o São Paulo que confortavelmente assistiu essa fase da Libertadores pela TV. Sem ter que entrar em campo, já esperava pelo Cruzeiro há dias, descansando e se recompondo. Coisas do futebol, aliás do futebol não, da cartolagem.

Tapa no rosto? Isso foi o mais light, mas e o juiz? Não via nada.

Mas não há o que fazer senão o que o Cruzeiro fez ontem na Toca III. Jogar, jogar muito e com determinação para vencer. Mesmo sendo vítima da complascência do Sr. Héctor Baldassi (Argentina), árbitro da partida que fez “vista grossa” para a sessão quase que ininterrupta de pancadaria do time chileno (futebol sulamericano tem disso, quando falta bola no pé, sobra pancadaria), o Cruzeiro lutou muito e o placar do jogo não refletiu o que o time Celeste fez em campo.

A classificação para as quartas de final é mais uma etapa vencida pelo Cruzeiro, um time bem mais experiente que o de 2008, e bem mais eficiente também. Graças a manutenção de boa parte de elenco, como Marquinhos Paraná, Wagner, Ramires e Fábio, e também as contratações explêndidas de Kléber e Leonardo Silva. Essa é a fórmula do sucesso do time Azul nessa temporada.

Elicarlos, reserva de luxo. Poderia ser titular em qualquer time do Brasil.

Ontem mais uma vez a mão de Adílson se fez presente. Detectando o crescimento do time chileno o técnico mexeu no time, fazendo duas substituições e mudando alguns posicionamentos acertadamente. Elicarlos na nossa visão é o melhor reserva do time, não tem um jogo que ele não entra bem. Cumpre exatamente o que lhe é pedido pelo técnico e se entrega ao time. Sempre joga bem.

Infelizmente algumas baixas tivemos: Jonathan, Wágner e Henrique foram os casos mais graves. Os dois primeiros se tiverem de se afastar farão muita falta ao time, Henrique que até fez uma boa exibição ontem tem é jogador da reserva. Torcemos pra que as lesões tenham uma recuperação super rápida.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Cruzeiro vence Universidad de Chile por 2x1


Soares, marcou o 1º gol e se contundiu no jogo

Ontem em Santiago do Chile, tudo levava a crer que o Cruzeiro faria um placar muito confortável para o jogo de volta.
Porém, uma bobeira defensiva e sucessivas finalizações erradas moldaram esse placar de vitória, que também não é ruim para a Raposa, para garantir-se na próxima fase da Libertadores. O Cruzeiro pode até perder por 1x0 no Mineirão, em jogo a ser realizado em 14/05.

O jogo foi totalmente dominado pelo Cruzeiro, à exceção de alguns instantes de instabilidade no time, o Universidad não ofereceu perigo, mas não podemos deixar de registrar algumas defesas preciosíssimas do goleirão Fábio, mais uma vez a máxima do futebol prevaleceu, um grande time começa com um bom goleiro, no caso bom não, ótimo!

O gol de Soares, logo aos 8 min do primeiro tempo, foi o resultado de uma ótima trama do nosso ataque e o passe final foi de Ramires que deixou Soares livre de frente para o goleiro, aí ficou fácil fazer o primeiro.

O Mestre M.Paraná marcou um importante gol ontem. Prêmio por suas grandes exibições.

No segundo tempo ótima penetração do grande Marquinhos Paraná como elemento surpresa, um chute forte e indefensável para Milton Pinto, belo gol, Cruzeiro 2 x0.

Já no finalzinho do jogo quando o Cruzeiro tentava administrar o resultado sofreu um gol bobo, mas que não deverá trazer dificuldades para a classificação à próxima fase, mas que sirva de lição, não se pode bobear em Libertadores.

A estréia de Athirson, no pouco tempo que esteve em campo, mostrou ser acertada sua contratação, ele quase marcou o terceiro para o Cruzeiro.

Kléber, como sempre muito marcado e parado com jogadas violentas.

Temos de ressaltar a vontade do Gladiador Kléber em se conter ante a violências que tem sofrido, ontem mais uma vez foi caçado em campo.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Cruzeiro vence e encerra fase como lider do grupo


Ramires, 100 jogos com a camisa Celeste.

Léo Fortunato marca seu primeiro gol na temporada.

Wagner marcou o segundo e foi um dos destaques da vitória.

O Cruzeiro poderia empatar o jogo e estaria classificado para a próxima fase, mas jogando em casa partiu pra cima do Deportivo, em busca da Vitória desde o início do jogo.

O time do Equador para quem como nós não o conhece bem deixou uma péssima impressão, pois não pareceu ter nenhuma qualidade técnica, nem mereceria disputar uma copa Libertadores. O Deportivo só sabe utilizar da força, seus jogadores só sabem bater.

Mas a proposta do Deportivo, de tentar ganhar o jogo (único resultado que lhes interessava), através da violência teve um bom aliado na arbitragem deplorável, lamentável pra jogos de Libertadores do Sr. Carlos Amarilla (PARAGUAI). Aos 12 do 2º T ele quase se embanana todo, não fosse a firmeza do auxiliar ele teria sido enganado pelos jogadores do Deportivo e não teria expulsado corretamente o meio-campo Oswaldo Minda que mandou a bola para o gol com as mãos.

Kléber apesar de várias agressões e de uma marcação forte, conseguiu se conter e jogou até o fim. No primeiro tempo Edwin Tenorio acertou um soco no rosto do atacante celeste dentro da área, o juiz omisso nada marcou.

Mas o Cruzeiro, não ficou no lamento, continuou pressionando e o primeiro gol surgiu após a cobrança de escanteio de Wagner. Leonardo Silva lançou a Léo Fortunato que mandou também de cabeça pro fundo das redes equatorianas.

O segundo foi um belo chute de Wagner da entrada da área, a bola bateu no travessão, voltou batendo nas costas do goleiro e entrou. Uma senhora pancada.

Wágner aliás foi um dos destaques do jogo. Fez ótimos lançamentos, belas jogadas e bons chutes a gol.

O Cruzeiro fez seu 100º jogo pela Libertadores e Ramires seu 100º jogo com a camisa Celeste. Uma noite de comemoração e que terminou com um final feliz. Ramires declarou ao final do jogo que o Cruzeiro pegou o ritmo dos jogos da Libertadores e que não vai entrar na provocação dos adversários : “Eles queriam ganhar no grito dentro do Mineirão, que é a nossa casa. E não podemos deixar isso acontecer. A gente vai amadurecendo cada vez mais e estamos pegando o estilo da Libertadores.”

A participação celeste na Libertadores é muito positiva, foram 100 jogos sendo 60 vitórias, 24 derrotas e 16 empates. Foram 190 gols marcados e 106 sofridos. O Cruzeiro foi campeão em 1976 e 1997. O Esquadra Celeste disputou 46 jogos no Mineirão, pela Libertadores, e sofreu apenas três derrotas, retrospecto realmente intimidador para os adversários.

POR ESSAS E POR OUTRAS O CRUZEIRO É O ORGULHO DE MINAS!

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Cruzeiro perde o jogo mas mantem-se líder


Não dá pra mostrar todos os erros, mas ...

esse erro de posicionamento do 1º gol já diz o que foi o jogo.

A noite em La Plata é pra ser esquecida. O time entrou dormindo no jogo e permaneceu assim pelos 90 minutos. Pelo menos no que diz respeito ao sistema defensivo que “facilitou” sobremaneira a vida dos argentinos e lhes presenteou, por ocasião da Páscoa, com 4 gols fáceis.

Foi isso, acho que assim dá pra entender. Solidários com a situação do time portenho, nossos jogadores, utilizando o pensamento corporativista, resolveram dar um presente pascal que pudesse trazer um pouco de tranquilidade à vida do Estudiantes. O time vai muito mal no Apertura, estava tendo uma atuação de mediana para baixo na Libertadores. Era questionado pela torcida e imprensa local. Bingo! Foi isso, nada mais que isso.

Perdemos pra nós mesmos. Sem querer ser arrogante, eu só posso entender o que houve ontem em La Plata dessa maneira. O Estudiantes mostra porque vai mal no Apertura, porque não deslancha na Libertadores. É um time previsível, sem jogadores de qualidade, à exceção de Veron, o cérebro pensante do time. Pra justificar essa conclusão eu cito que todos os gols do Estudiantes foram mais erros nossos que mérito do time de La Plata.

Foi um festival de bobeira, de jogadas infantis, de falta de atenção e esperteza. Tudo que não faltou ao Estudiantes, que empurrado pela sua torcida aproveitou quase que todas as chances que teve para mudar o placar.

Poderíamos justificar que um pouco da sonolência dos jogadores, seria devido aos problemas do time para
chegar até o estádio, isso, por exemplo seria um motivo para o 1º gol, logo aos 5 min do jogo, mas e os outros 3 gols sofridos? Como entender? Como justificar? Um time que PENSA em ser campeão pode ser tão infantil, pode jogar com tanta falta de maldade (maldade no sentido de experiência) assim?

Até Marquinhos Paraná, um jogador tremendamente regular que foi destaque nas duas últimas partidas do Cruzeiro, deu sua cota de “bobeira” ontem, entregando o que seria o segundo gol do jogo.

Nem vamos aqui mencionar o pênalti não dado nem os outros erros do árbitro porque não vale a pena.

Resta-nos o consolo de que essa derrota amarga, poderá não resultar em nada. Ainda temos chances de nos classificarmos com tranquilidade, e temos algumas chances também de ficarmos em primeiro lugar no nosso grupo, dependendo de uma combinação de resultados. Perdemos, mas continuamos na liderança do grupo.


quinta-feira, 19 de março de 2009

Cruzeiro vence Univ. Sucre por 2 a 0


Wellingol Paulista, marcou 2 na noite.

Magrão o responsável maior, o "mentor intelectual" do 1º gol.

Marquinhos Paraná, tá se revelando como um bom armador de jogadas também.
Numa partida só tivemos dois jogos bem diferentes entre si. No 1º tempo, um jogo amarrado, o Cruzeiro jogava com vontade, ninguém fez corpo mole, mas não havia eficiência nas jogadas. A marcação do Universitário Sucre era muito forte e bem feita. O dito popular que mais se aplicou à essa 1ª etapa foi este: Muita transpiração e pouca inspiração.

Ainda no 1º tempo um momento de preocupação: o meia Wagner se contundiu no tornozelo e preocupa.

Veio a parte final do jogo e tudo mudou. O Cruzeiro com a mesma vontade mas bem mais inspirado criava mais jogadas e estas muito mais eficientes. Logo aos 12 minutos Gérson Magrão recebe um ótimo passe de Jonathan, adentra a área e já tinha se safado do goleiro quando foi derrubado por este: pênalti corretamente marcado e gol de Wellingol Paulista ou Wellington Paulista.

O goleiro merecia ter sido expulso nessa jogada, mas foi advertido somente com o cartão amarelo. Aliás a arbitragem deixou bastante a desejar, não só neste lance, o trio argentino foi bastante apagado e só merece uma nota 6.

Fábio foi muito bem e além de outras defesas importantes, por volta dos 32 minutos do 2º tempo salvou o Cruzeiro de levar o empate num chute à queima roupa do grandalhão Raymondi.

Gérson Magrão começou mal a partida logo que entrou no lugar de Wagner, mas se recuperou e foi bem se deslocando bastante e mostrando muita vontade. Sorín mais uma vez foi destaque, esteve perto de marcar seu primeiro gol nesse retorno ao time Celeste. Sorín sempre será destaque no jogo pela sua vontade e garra na disputa dos lances. Jonathan que entrou também mal, melhorou e deu o passe do gol. Ramires não foi tão brilhante.

Uma coisa tem preocupado, o Cruzeiro em 2009 tem sofrido muito com um aspecto que parece (não sou um profundo conhecedor do futebol) tem ocorrido com vários jogadores: eles mostram uma queda de produção que aparentemente não tem como ser explicada:

Wagner em 2009 não consegue repetir suas grandes atuações de 2008 –
Ramires que começou o ano bem sofre com uma espécie de apagão –
Fabrício ainda não é aquele jogador preciso e confiável de 2008 –
Thiago Ribeiro sempre teve como seu forte os deslocamentos constantes, isso ele preservou,
mas tem caído de produção na qualidade dos passes e na eficiência das jogadas que participa –

Esperamos que nosso treinador possa diagnosticar logo o que ocorre e trabalhar para corrigir o mais breve possível essa possível ocorrência.

O Cruzeiro segue com essa vitória liderando seu grupo na Libertadores e invicto na temporada 2009.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Cruzeiro vence o Univ. Sucre e é líder isolado


Thiago brilhou na noite boliviana, não só pelo gol que fez.

Outro que brilhou, o goleiro Fábio.

Kléber mais uma vez expulso, desta vez não tem perdão.

O Cruzeiro venceu mais um confronto na Libertadores e segue como líder de seu grupo. O jogo foi muito amarrado, com os dois times se intercalando no trabalho de se defenderem em seus próprios campos.

No primeira etapa o Universitário Sucre manteve-se a maior parte do tempo em seu próprio campo tentando se defender mais do que atacar. Atacava em algumas oportunidades e chegou a finalizar mais que o Cruzeiro, mas levou muito pouco perigo à meta de Fábio.

Já no segundo tempo, vencendo por 1x0 o Cruzeiro é que permaneceu a maior parte do tempo em seu campo. De qualquer forma a estratégia celeste para “encurtar” o campo funcionou. Num momento marcava o time boliviano em seus domínios, noutro bloqueava as jogadas adversárias já na metade celeste do campo. Isso contribuiu para que os jogadores suportassem bem a altitude de 2800 metros com seus efeitos danosos ao corpo.


Sem perdão desta vez.

Kléber mais uma vez será notícia na imprensa esportiva nacional: MAIS UMA EXPULSÃO. Desta vez não há como defendê-lo, a expulsão foi incontestável depois da atitude criminosa do mesmo de acertar com o calcanhar o rosto do adversário.

O Diretor de Futebol do Cruzeiro declarou que Kléber será multado: "É uma questão disciplinar e o Kleber está punido. (...) nestes caso aplicamos multa. A gente tem conversado come ele e para que isso não aconteça mais", afirmou Maluf.

Porém, a favor do atacante, pesa neste jogo, o fato de ele além de ter iniciado a jogada do gol do Cruzeiro, ainda foi o “mentor intelectual” da jogada que o gerou. Cantou para o Jonathan tudo o que o lateral teria que fazer e este o executou de maneira perfeita. Recebeu a bola de Kléber, cruzou perfeitamente para que Thiago Ribeiro mandasse de cabeça pras redes bolivianas.

Fernandinho caiu na cilada dos reporteres e criticou Kléber, enquanto Adílson, mais sábio preferiu dizer que “isso é assunto interno” e emendou “eu também fui multado, também errei como atleta. A gente é jovem e acaba errando. Ele é um jogador experiente, vivido e vamos tentar ajudá-lo para que não possa repetir – comentou, em entrevista à Rádio Globo.

Fábio também foi destaque fazendo ótimas defesas e pelo menos uma delas foi salvadora. Soares, mais uma vez jogou no sacrifício, entrou pra ficar sozinho e sem praticamente ter o que fazer no ataque.

A arbitragem do Sr. Roberto Silvera, uruguaio, foi perfeita.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Cruzeiro empata pela Libertadores: Dep. Quito 1 x 1 Cruzeiro


Ramires, Ramires, sempre Ramires.... marca o gol do Cruzeiro.

Em um jogo tenso, marcado pela mediocridade do árbitro, o Cruzeiro sofreu um empate ao final do jogo com o time equatoriano. Um empate com sabor de vitória se olharmos pelas dificuldades enfrentadas pelo Maior de Minas, mas com sabor de derrota se observarmos que o gol dos equatorianos saiu no penúltimo minuto do jogo.

O Sr. Georges Buckley (Peru), foi realmente fraco tanto tecnicamente como disciplinarmente e deveria ser desligado do quandro de arbitragem da Conmenbol, pois não tem qualidade pra apitar jogos internacionais.

No lance do primeiro cartão de Wellington Paulista por exemplo, ele teria no mínimo de ter expulsado o jogador equatoriano e talvez até mantido o cartão para o Cruzeirense, fora o lance, na mesma jogada, em que o beque quase arranca a camisa do zagueiro Celeste Leonardo Silva. Seria pênalti para o Cruzeiro, nestes dois lances, mas ele NÃO VIU nada disso.

Na segunda falta de Wellington paulista ele deveria ter dado um cartão para o equatoriano que acertou uma cotovelada no atacante Cruzeirense, mas ficou por isso mesmo e a falta neste lance foi marcada contra o Cruzeiro, já a terceira falta em que o juiz teria dado o segundo amarelo, não era falta para cartão.

Embora essa conturbada arbitragem tenha de ser considerada, a imaturidade de Fabrício e Wellington Paulista fizeram muito estrago na partida para o Cruzeiro. Todos sabemos que a maioria dos times sul-americanos se utilizam demais da catimba e provocação, para se sobressaírem ante o futebol brasileiro. Eles agiram como jogadores do “juvenil” como bem disse o lateral Jonathan, visivelmente chateado com o resultado da partida, se referindo aos colegas.


Thiago Ribeiro, destaque no jogo.

O time do Deportivo é fraquíssimo tecnicamente e em condições normais jamais teria força pra vencer o Cruzeiro, aliás, as armas do Deportivo foram a catimba, a provocação e a altitude para chegar ao empate.

Ramires, autor do gol Cruzeirense segue como destaque do time em mais uma temporada. Jogou bem e ficou alheio à catimba do adversário, como deve fazer um profissional. Outros jogadores foram visivelmente afetados pela artimanha dos equatorianos, como Wagner por exemplo.

O Cruzeiro continua líder do seu grupo com 4 pontos conquistados, na vitória contra o Estudiantes e nesse empate.
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