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terça-feira, 2 de maio de 2017

O Cruzeiro é time grande? NÃO; É UM GIGANTE do futebol brasileiro.

De 1959 a 2016 - Como seria se o Brasileirão fosse em pontos corridos

Desde o primeiro torneio de âmbito nacional reconhecido pela CBF, a Taça Brasil, em 1959, lá se vão muitas décadas de história no futebol brasileiro. 

E embora muitas mudanças de formato e regulamento tenham acontecido até chegarmos na versão atual do Campeonato Brasileiro, alguns clubes sempre mantiveram o protagonismo no cenário nacional.

Nesta lista, separamos os 10 maiores pontuadores da história desta competição nacional, hoje conhecida como Brasileirão. Os números são da Wikipedia .

10. Vasco da Gama - 1580 pontos
Tetracampeão, o Gigante da Colina abre a lista dos dez maiores pontuadores. 

9. Palmeiras - 1668 pontos
Palmeiras v Chapecoense - Brasileirão Series A 2016
Embora tenha se sagrado nove vezes campeão, o atual detentor do título é apenas o nono maior pontuador. 

8. Flamengo - 1676 pontos
Penta ou hexa? A discussão é eterna, o certo é que o Flamengo ocupa o posto de oitavo maior pontuador.

7. Atlético-MG - 1720 pontos
Apesar de ter vencido apenas um vez o torneio, o Galo aparece bem colocado na lista.

6. Corinthians - 1735 pontos
O hexacampeão Corinthians aparece em sexto lugar. 

5. Grêmio - 1739 pontos
Sem vencer o torneio há 21 anos, o Grêmio é o quinto colocado.

4. Santos - 1771 pontos
Hegemônico na década de 60, o Santos aparece em quarto lugar.

3. Internacional - 1833 pontos
Terceira colocação para o Internacional, apesar de ser um dos clubes com o maior jejum vigente.

2. Cruzeiro - 1835 pontos
O tetracampeão Cruzeiro aparece na segunda colocação. Destaque para o fato de três dos quatro títulos terem sido conquistados após o ano 2000.

1. São Paulo - 1858 pontos
Soberano! O São Paulo, seis vezes campeão, lidera o ranking dos maiores pontuadores. 


Leia mais: http://www.cruzeiro.org/noticia.php?id=50294#ixzz4fvMKNRBl

domingo, 1 de janeiro de 2017

Maior de Minas celebrará seus 96 anos com Missa em Ação de Graças


Alisson Guimarães 

Na próxima segunda-feira, 2 de janeiro, o Cruzeiro Esporte Clube completará 96 anos de glórias, lutas e conquistas. 

Para celebrar a vitoriosa história do Maior de Minas, será realizada a tradicional Missa em Ação de Graças, na mesma data, às 19h, no Salão Social do Barro Preto, que fica localizado na Rua Guajajaras, 1722. 

A cerimônia será ministrada pelo Padre Gilson de Oliveira Filho e terá como atração musical o Coral Franpax. 

Do Site Oficial do Cruzeiro

sábado, 2 de janeiro de 2016

Cruzeiro 95 anos!

Cruzeiro Esporte Clube comemora 95 anos de uma história vitoriosa

Da Redação
Lucas Leite
Dono de uma repleta galeria de troféus e o Clube com a Maior Torcida de Minas Gerais, o Cruzeiro completa neste sábado, 95 anos de fundação. Naquele 02 de Janeiro do ano de 1921, um grupo de desportistas italianos se reunia para criar a Societá Sportiva Palestra Itália, que posteriormente viria a ser conhecida mundialmente como Cruzeiro Esporte Clube.
Reconhecido pela Federação Internacional de História e Estatísticas do Futebol (IFFHS) como o Melhor Clube Brasileiro do Século XX, o Cruzeiro conquistou nestes 95 anos inúmeros títulos nacionais e internacionais. Desde os primeiros anos de fundação o Clube se destacava, conquistando nos anos de 1928, 1929 e 1930 o tricampeonato estadual, quando ainda era Palestra.
No ano de 1942, em virtude da entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial, o governo federal decretou uma lei que proibia o uso de termos que tivessem alguma associação com a Itália. Com o decreto, o Palestra Itália passou a se chamar Cruzeiro, em referência ao Cruzeiro do Sul.
Na lista dos principais troféus internacionais conquistados pelo Maior de Minas em sua história, estão: Dois títulos da Copa Libertadores (1976 e 1997), dois da Supercopa (1991 e 1992), um da Recopa (1998), um da Copa Ouro (1995) e um da Copa Master (1995). No âmbito nacional, o Time do Povo possui em sua galeria quatro taças do Campeonato Brasileiro (1966, 2003, 2013 e 2014) e quatro troféus da Copa do Brasil (1993, 1996, 2000 e 2003).
O Time Celeste também foi destaque em 2015. No mês de Outubro, os garotos da Raposa conquistaram, de forma inédita, o Tricampeonato Mineiro Sub-20. A equipe de Marcos Valadares fez por merecer e garantiu o título com duas rodadas de antecedência.
Fora das quatro linhas, o Cruzeiro também é referência em outros esportes. No vôlei, o Sada Cruzeiro mais uma vez teve um ano repleto de títulos. A equipe estrelada conquistou o Campeonato Mineiro, a Supercopa e o Bicampeonato Mundial, chegando a terceira tríplice coroa conquistada em sua história. Os garotos do vôlei também soltaram o grito de campeão nesta temporada, conseguindo pela segunda vez o título do Campeonato Metropolitano Infanto. Em Dezembro, o Sub-15 conquistou também o título do Campeonato Estadual de Vôlei da sua categoria.
O Clube Celeste também brilhou no atletismo. A equipe treinada por Alexandre Minardi continuou subindo nos pódios das competições que foram disputadas por todo o país. A história deixa claro a grandeza do Maior de Minas e da Maior Torcida de Minas Gerais. E para celebrar o aniversário de fundação, será realizada uma Missa em Ação de Graças no dia 04 (Segunda-Feira), às 19h30, no Salão Social do Barro Preto.
Parabéns a toda a Nação Azul e ao Cruzeiro Esporte Clube pelos 95 anos de glórias e conquistas!

Veja a extensa lista de troféus conquistados pelo Cruzeiro Esporte Clube:
TÍTULOS INTERNACIONAIS:
Copa Libertadores da América: 1976, 1997
Supercopa dos Campeões da Libertadores da América: 1991, 1992
Recopa Sul-Americana: 1998
Copa Ouro: 1995
Copa Master da Supercopa: 1995
TÍTULOS NACIONAIS:
Campeonato Brasileiro: 1966, 2003, 2013, 2014
Copa do Brasil: 1993, 1996, 2000, 2003
Copa Sul-Minas: 2001, 2002
Copa Centro-Oeste: 1999
TÍTULOS ESTADUAIS:
Copa dos Campeões Mineiros: 1991, 1999
Campeonato Mineiro: 1926, 1928, 1929, 1930, 1940, 1943, 1944, 1945, 1956, 1959, 1960, 1961, 1965, 1966, 1967, 1968 ,1969, 1972, 1973, 1974, 1975, 1977, 1984, 1987, 1990, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998, 2002*, 2003, 2004, 2006, 2008, 2009, 2011, 2014
Taça Minas Gerais: 1973, 1982, 1983, 1984, 1985
Copa Belo Horizonte: 1960
Torneio Início: 1926, 1927, 1929, 1938, 1940, 1941, 1943, 1944, 1948, 1966
(Este material está liberado para reprodução. Os órgãos de imprensa devem citar o Site Oficial do Cruzeiro como fonte da informação.)

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

sábado, 18 de dezembro de 2010

O PROFISSIONALISMO NO BARRO PRETO

Por um convidado ;)

Muitos cruzeirenses citam a década de 1980 como uma das mais terríveis na história da equipe. Ainda que Tobi e Bendelack sejam palavrões em qualquer mesa de discussão, foi na década de 1930 que o time do Barro Preto, ainda com o nome de Palestra, viveu sua maior escassez de troféus.
Após a brilhante campanha do tricampeonato (1928/29/30), os torcedores palestrinos viram, em 1931, seus ídolos Ninão e Nininho irem para o futebol italiano, mais precisamente para a Lazio, de Roma. Junto a eles, Carrazzo voltou para o futebol paulista. O único motivo de alegria, Niginho, outro Fantoni que brilhara pelos gramados do Barro Preto, também foi embora para o clube italiano no ano seguinte.
Em 1933, os cariocas criaram a Liga Carioca de Futebol (LCF), decidindo adotar o regime profissionalista no esporte bretão. Minas Gerais não ficou para trás. Tal adoção fez com que o Palestra tivesse dificuldades em manter seus grandes atletas e receitas em dia, muito devido aos altos impostos cobrados pelo Governo e Prefeitura.
Após dez anos inerte, o time Tricolor (que abandonara o verde absoluto em sua camisa e incluíra faixas vermelhas na horizontal) voltou a ser protagonista. Com Caieira na zaga, Niginho e Alcides no ataque, o antes ponta-esquerda Bengala, não teve dificuldades em comandar aquela equipe rumo ao seu primeiro título na era profissional e último como Palestra.

A CAMPANHA DO CAMPEÃO
Data Adversário Placar Local Gols do Palestra
28/4 Siderúrgica 3 x 1 Barro Preto Caieira e Niginho (2)
2/6 Villa Nova 1 x 0 Bonfim Alcides
9/6 Sete de Setembro 4 x 1 Barro Preto Niginho, Geraldino, Geninho e Carlos Alberto*
23/6 Atlético 2 x 2 Barro Preto Alcides (2)
30/6 América 2 x 3 Alameda Niginho e Geninho
27/10 Siderúrgica 2 x 3 Praia do Ó Niginho (2)
1/12 América 6 x 0 Barro Preto Niginho (3), Nogueirinha (2) e Alcides
8/12 Villa Nova 2 x 0 Barro Preto Nogueirinha e Zama
29/12 Atlético 3 x 1 Lourdes Alcides e Niginho (2)
5/1 Atlético 1 x 2 Barro Preto Dejardes
12/1 Atlético 2 x 0 Alameda Alcides e Niginho


Time base: Geraldo, Caieira, Azevedo, Souza; Juca, Caieirinha, Nogueirinha, Orlando (Carlos Alberto); Niginho, Alcides (Dejardes) e Geraldino (Geninho Técnico: Bengala

Os três últimos jogos contra o Atlético valeram pela final do Campeonato da Cidade de 1940. Essa ficou marcada como a primeira decisão na história dos clubes. Ao todo o Palestra venceu dez decisões (1940, 1967, 1972, 1977, 1987, 1990, 1998, 2004, 2008 e 2009). O rival citadino venceu seis (1954, 1962, 1976, 1985, 2000 e 2007). Em 1973, 1974, 1975 e 1984, o Cruzeiro venceu o rival em confrontos por fases decisivas, mas que não valiam pela final, propriamente dita.
Nessa época o Mineiro era chamado de Campeonato da Cidade.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

PALESTRA HEGEMÔNICO – A CAMPANHA DO PRIMEIRO TRI

Por um convidado ;)
Cruzeiro de 1928/1929/1930

Grandes clubes marcaram época no futebol mineiro, mas poucos trouxeram tanto temor ao adversário quanto o Palestra que foi hegemônico no final da década de 1920. O início da montagem do super time começou em 1927, quando seus rivais, já cientes da força do escrete palestrino, buscaram reforços oferecendo cargos no poder público, em um período amador.

Em contrapartida, quatro atletas do Palestra de São Paulo desembarcaram em Minas Gerais. Morganti, Morgantinho, Carazzo e Osti foram os novos nomes que se somaram ao técnico recém contratado, Maturi Fabbi, para reforçar a equipe que se tornou uma das maiores da história do futebol mineiro.

Durante três anos, a bola balançando as redes adversárias eram um costume para os torcedores que lotavam as arquibancadas do estádio do Barro Preto. Somente uma vez o time montado por Matturi Fabbi saiu derrotado. Confira as campanhas e os times base:

A CAMPANHA DO TRI
1928
Data Adversário Placar Local Gols do Palestra
6/5 Villa Nova 3 x 1 Barro Preto Ninão (3)
3/6 Sport Calafate 11 x 0 Barro Preto Bengala (4), Zezinho e Ninão (6)
17/6 Alves Nogueira 14 x 0 Barro Preto Ninão (10), Bengala (3) e Zezinho
8/7 Sete de Setembro 9 x 1 Barro Preto Ninão (3), Bengala (4) e Zezinho (2)
5/8 América 6 x 4 Barro Preto Ninão (4), Bengala e Zezinho
12/8 Guarany 11 x 1 Barro Preto Nereu, Ninão (4), Bengala (4) e Zezinho (2)
2/9 Atlético 0 x 2 Barro Preto -
11/11 Alves Nogueira 8 x 1 Barro Preto Ninão (4) e Bengala (4)
25/11 Sete de Setembro 2 x 2 Barro Preto Zezinho (2)
2/12 Sport Calafate 6 x 1 Barro Preto Bengala (2), Piorra, Zezinho, Ninão e Eduardo (contra)
9/12 América 2 x 1 Estádio do América Bengala e Ninão
16/12 Atlético 2 x 2 Barro Preto Armandinho e Ninão
23/12 Palmeiras 11 x 1 Barro Preto Armandinho (2), Ninão (4), Bengala (4) e Zezinho
6/1/1929 Villa Nova 6 x 1 Bonfim Bengala (4) e Ninão (2)

Time base: Albino (Geraldo), Nereu, Rizzo; Bento, Pires, Nininho; Piorra (Osti), Ninão, Zezinho, Armandinho e Bengala Técnico: Matturi Fabbi

Curiosidade

O Atlético não aceitou o título palestrino e tentou levá-lo no tapetão. Conseguiu uma denúncia contra o atleta Carazzo, vinda da Federação Paulista, de que o jogador não cumprira seu estágio no Palestra Paulista, o que deixou o título sob júdice. Seis meses mais tarde, foi comprovada a farsa, montada por um funcionário da Federação ligado ao Corinthians que buscava prejudicar o arqui-rival paulista.

1929
Data Adversário Placar Local Gols do Palestra
5/5 Alves Nogueira 12 x 0 Barro Preto Bengala (4), Ninão (5), Piorra e Zezinho (2)
26/5 Guarany 7 x 2 Guarany Barro Preto Piorra, Ninão (2), Bengala e Zezinho (3)
9/6 Atlético 3 x 1 Antônio Carlos Ninão e Bengala (2)
23/6 Sport Calafate 3 x 0 Barro Preto Armandinho e Bengala (2)
30/6 Sete de Setembro 5 x 3 Barro Preto Zezinho, Ninão (2), Bengala e Armandinho
7/7 América 3 x 0 Estádio do América Ninão (2) e Bengala
28/7 Palmeiras 8 x 0 Barro Preto Ninão (4), Carazzo, Zezinho (2) e Bengala
11/8 Alves Nogueira 11 x 0 Barro Preto Bengala (2), Carazzo (2) Piorra (2), Ninão (3), Zezinho e Nereu
18/8 Santa Cruz 10 x 2 Barro Preto Carazzo (3), Bengala (4) e Ninão (3)
25/8 Guarany 8 x 1 Barro Preto Ninão (4), Zezinho (3) e Carazzo
8/11 América 3 x 1 Barro Preto Armandinho (2) e Ninão
17/11 Atlético 5 x 2 Barro Preto Ninão (2), Armandinho, Bengala e Binga (contra)
24/11 Sete de Setembro 5 x 0 Barro Preto Ninão (4) e Carazzo

Time base: Geraldo (Armando), Nereu (Para-raio), Rizzo; Bento, Pires, Nininho; Piorra, Ninão, Carazzo (Zezinho), Armandinho e Bengala Técnico: Matturi Fabbi

Curiosidade
Tamanha era a habilidade daquele time—campeão com 100% de aproveitamento—, que ficou conhecido como “time-poesia”.

1930
Data Adversário Placar Local Gols do Palestra
20/4 Palmeiras 11 x 0 Barro Preto Ninão (4), Bengala (4), Carazzo, Armandinho e Pires
27/4 Sport Calafate 6 x 0 Barro Preto Ninão (4), Niginho e Carazzo
4/5 Villa Nova 3 x 2 Bomfim Bengala, Pires e Ninão
31/5 Atlético 2 x 1 Antônio Carlos Piorra e Carazzo
8/6 Guarany 3 x 0 Barro Preto Carazzo (2) e Nininho
15/6 Barro Preto 4 x 1 Barro Preto Bengala (2), Piorra e Pires
29/6 Sete de Setembro 3 x 1 Barro Preto Bengala (2) e Malleta
13/7 Palmeiras 12 x 0 Barro Preto Nininho (3), Malleta (6) e Bengala (3)
20/7 Sport Calafate 3 x 1 Barro Preto Carazzo (2) e Calixto
27/7 Villa Nova 5 x 1 Barro Preto Bengala (2), Niginho (2) e Carazo
3/8 Guarany 8 x 0 Ninão (4), Carazzo (2) e Bengala (2)
10/8 Sete de Setembro 8 x 0 Ninão (4), Carazzo (3) e Armandinho
31/8 América 2 x 0 Alameda Ninão e Piorra

Time base: Geraldo (Catalano), Nereu (Cicarelli), Rizzo; Bento, Pires, Nininho; Piorra, Ninão, Carazzo (Malleta), Armandinho (Niginho) e Bengala Técnico: Matturi Fabbi
Curiosidade
Uma determinação da Liga dava o direito ao Palestra da posse definitiva da Taça Campeão da Cidade. Ainda assim, o presidente da Liga, Aníbal Matos, que “coincidentemente” era presidente alvinegro, tentou melar a entrega. Como provocação, os presidentes do time do Barro Preto acabaram expondo a bola da goleada de 5 x 2 sobre o rival de Lourdes. Posteriormente a taça foi entregue.


Escudos do Cruzeiro - Palestra e o atual.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

A primeira página heróica

Por um convidado ;)
Time do Cruzeiro de 1923 que enfrentou o Flamengo

Cruzeiro de 1926
Com esse texto, iniciamos hoje uma série de artigos sobre o Cruzeiro escritos por um jornalista convidado pelo blog.
Este que narra a Primeira Página Heróica na História do Cruzeiro Esporte Clube abre a série e nos deixa muito ansiosos pelos próximos textos. Os textos serão publicados uma ou duas vezes por semana. Esperamos que gostem.
A Serra do Curral não era mais limite para o time de italianos que surgira a 2 de janeiro de 1921. As vitórias e grandes duelos que travou contra grandes “teams” da época, como o Flamengo, romperam as barreiras do estado. Tanto que o Palestra foi convidado, em abril de 1926, a disputar um amistoso contra o Caçapavense, que tinha jogadores da Seleção Paulista, na cidade do adversário, o que se tornou o primeiro compromisso do Palestra fora de Minas.
Como a LMDT (Liga Mineira de Desportos Terrestres) não gostou do convite, vetou a presença do clube do Barro Preto, alegando coincidência de datas. Ainda assim, o presidente palestrino, Braz Pelegrino, não sucumbiu aos cartolas da entidade, autorizando a viagem. No retorno à Belo Horizonte, o Palestra foi suspenso por seis meses, ou seja, estava fora do Campeonato da Cidade daquele ano.
Não fugindo à briga, o time de imigrantes italianos fundou outra liga, a Associação Mineira de Esportes Terrestres (AMET). Com calendário próprio (Torneio Início, Torneio da Boa Imprensa e Campeonato da Cidade), além de reconhecimento da Confederação Brasileira de Desportos (CBD), a entidade teve maior número de filiados que a LMDT. Os filiados eram: Minas Geraes, Avante, Olympic (não é o de Barbacena), Fluminense, Grêmio Ludopédio e Santa Cruz.
Todos os títulos foram conquistados pelo Palestra. No Campeonato da Cidade, o time do Barro Preto brilhou, vencendo todas as partidas, inclusive a último sobre o Grêmio Ludopédio, por 10 a 1. A imprensa da época destacou a vitória do time rubro-verde. Ainda assim, só em 1998 que a Federação Mineira de Futebol reconheceu o primeiro título do Palestra.
A base campeã contava com: Geraldo (Carvalho), Para-raio, Rizzo; Cicarellinho, Porfírio, Nininho; Piorra, Bidim (Nery), Ninão, Bengala e Armandinho. 


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